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VELHAS HISTÓRIAS – Mensagem de P’taah

Mensagem de P’taah, 7 de Março de 2014.

 

curaquantica284

Questionador: Sabe, P’taah, eu acho que uma das coisas mais difíceis de fazermos é sair das velhas histórias em nossas vidas e realmente, vivermos no Agora. Hoje, eu pensei que, talvez, você pudesse falar sobre como podemos fazer isto.

P’taah: Está bem. Entenda, de certa forma, cada um de vocês está programado desde o seu nascimento. Primeiro, vocês são programados em como ser o filho dos seus pais. Então, vocês são treinados a como ser um amigo e um companheiro, enquanto crescem e se unem aos outros. Então, vocês aprendem como ser um funcionário, talvez, e, talvez, outra história seria ser o marido, a esposa ou o amante, e, então, ser o pai, e tudo começa novamente.

Assim, vocês crescem com estas histórias e as histórias têm histórias ligadas a elas, enquanto vocês vivem a sua vida e experienciam isto e aquilo. Assim, a partir deste momento, a partir deste Agora, olhando para trás, vocês têm uma ligação com estas histórias e, também, um tipo de papel que vocês representam nestas histórias.

Onde as histórias são maravilhosas e expansivas, então, realmente, é isto que vocês experienciam neste momento do Agora e como percebem que irão experienciar o seu próximo Agora. No entanto, onde as experiências foram negativas, vocês trazem estas experiências negativas a este Agora e, de certa forma, muitas vezes, vocês as projetam em seu futuro, porque é isto o que vocês sabem. Assim, o truque aqui é começar cada Agora, de certa forma, com uma lousa limpa, de modo que vocês escrevam o seu próprio momento do Agora.

Agora, nós dissemos como é importante para vocês saírem destes papéis, de modo que possam se tornar mais quem vocês são, não apenas uma extensão da velha história, tanto com as suas conotações negativas, bem como, positivas. Assim, a importância de estar no momento do Agora, é que vocês podem escolher como este Agora será para vocês e escolherem este Agora para que seja o trampolim para um amanhã, diferente, expandido e maravilhoso.

É claro, o ponto de escolha pode ser somente o momento do Agora. O AGORA é o seu espaço de poder. É também um espaço onde você pode transformar aquilo que não é mais útil para você. Então, cabe a você estar focado no Agora.

Grande parte de sua vida é gasta na revisão do passado, ou presos nas velhas histórias do passado e projetando estas experiências em um futuro negativo. E, então, vocês se perguntam por que não estão experienciando muita alegria ou diversão. Assim, o que estamos dizendo aqui é que o AGORA é o espaço de poder, o AGORA é o ponto de escolha e o AGORA é o único momento em que podem viver a vida, o que vocês chamariam de ter a consciência máxima. Somente o AGORA, não o passado, e se estiverem ligados ao passado, então, na verdade, não estarão no futuro, também. O AGORA é o ponto de escolha.

Questionador: Você faz isto parecer tão simples. Eu continuo pensando que deve haver um truque nisto.

P’taah: Realmente. Saiba, amado, trata-se de atenção e foco. Estar focado no que você estiver fazendo e como você está sendo Agora.

Questionador: E sem passar pelo que você tem que fazer, qual é a sua lista a fazer, e o que você precisa…

P’taah: Bem, você pode fazer isto. Apenas esteja consciente de que o importante não é o que você fará amanhã, realmente. O importante é estar consciente do que você está fazendo Agora, mesmo que isto seja uma preparação para o amanhã.

Questionador: Quando você está real e plenamente presente em sua vida, é quando ela fica mais emocionante e divertida.

P’taah: Isto é correto. Além disto, quando você está focado no Agora é que pode permitir o fluxo. Não há fluxo quando você está em seu passado, ou em seu futuro. Isto faz sentido?

Questionador: Isto faz sentido absoluto. Eu tenho uma tendência em passar muito tempo nas pequenas histórias que não vão dar em lugar algum e você está certo. Não há, absolutamente, nenhum fluxo lá. Muito bom. Mas estamos realmente devotados as nossas histórias, mas eu acho que isto requer prática.

P’taah: Isto requer prática. E, também, não se deve considerar o apego às histórias, errado, também, porque, algumas vezes as histórias lhes servem muito bem. Muitas vezes, pode ser através das histórias que vocês aprendem o seu discernimento.

Questionador: Sim, oh, sim!

P’taah: Assim não invalide as suas experiências passadas, sob qualquer condição. Diga somente onde você quer, onde você deseja o fluxo, onde você deseja a transformação, então dê a sua máxima atenção ao que está ocorrendo AGORA.

Você pode fazer referência ao que ocorreu antes, você pode fazer referência ao que está desejando para o seu futuro Agora, mas apenas esteja consciente do que está fazendo. E quando estiver preso em suas velhas histórias, em seus sonhos e em sua imaginação, isto está certo, também, apenas esteja consciente do que você estiver fazendo.

Questionador: Excelente. Grato.

P’taah: É um prazer, amado.

P’taah

A lei de Amra

Grupos-de-ajuda-mútuaA manga é uma fruta magnífica, rica em ferro e vitamina C. Oriunda da mística Índia foi trazida até nós pelos portugueses na época do descobrimento e se espalhou pelo Brasil de norte a sul. Seu nome científico é MAN(g)GÍFERA e pertence a família das ANARCADIACEAE, possuindo mais de cem variedades da espécie. Seu nome em sânscrito é AMRA que significa: “Aquele que SERVE as criaturas vivas”[1]. Dito isto, vamos para a parte da chamada Lei de Amra!

Costume que remonta primevos egípcios, a famosa Lei de Amra é mencionada em diversos manuscritos místicos antigos.

Esta mesma lei foi, posteriormente adotada pelos povos hebreus influenciando suas práticas religiosas até hoje.

A Lei de AMRA é a seguinte[2]: Se você ora ao Deus do seu Coração, suplicando algum auxílio especial em caso de doença, preocupação, adversidade, tribulação, ou problema financeiro, e se sua prece, ou seja, sua petição for atendida, você tem o dever de fazer uma compensação, não apenas por meio de uma prece ou um sentimento de gratidão, mas, transferindo a outrem uma parte da benção que recebeu.

Como visto, a tradição assim nos obriga se ao pedirmos melhora de saúde, alívio em algum sofrimento ou mesmo auxílio em negócios ou ascensão social, de acordo com a Lei de Amra, devemos contribuir com algo, separando uma pequena quantidade de dinheiro ou qualquer outro material que possa ser usado para fazer mais feliz alguma outra pessoa, ou melhor, colocá-la em paz com o mundo. Tal procedimento pode ser estendido para quando recebemos uma benção dos Mestres espirituais caso contrário não devemos pedir, com justiça, no futuro quaisquer outras bênçãos!

A pequena quantidade de dinheiro doada nunca deve ser usada para qualquer propósito pessoal ou meramente egoísta. Deve ser utilizado para ajudar algum enfermo, criança desolada, movimento de auxílio ao próximo que realmente necessite ou esteja realizando uma obra benemerente!

Portanto é Lei! Se oramos ao GADU na busca de solução para algum problema, seja ele de ordem espiritual, emocional ou material, tais como finanças, negócios, doenças, etc e, se essa solicitação for “ouvida”, conforme a Lei de Amra é dever místico do beneficiado fazer uma COMPENSAÇÃO, não só por meio de uma prece de agradecimento, que muitos a fazem apenas por desencargo de consciência, mas levar à alguma pessoa necessitada uma parte do benefício que por graça recebeu, visando assim minorar as dores e os sofrimentos alheios, ISSO É LEI!

Interessante é verificar que na Bíblia inexiste explicação para a sua aplicação e por isso mesmo ela vem sendo distorcida há milênios e mal apelidada como um simples DÍZIMO! Que alias, significa contribuição ou imposto equivalente à décima parte de um rendimento qualquer. Imposto? 10%? Como assim??? Bem, isto pode ser visto facilmente em qualquer dicionário. Outra distorção acontece quando fala-se em “pagar penitência”.

Como visto, a verdadeira Lei de Amra que desaguou no atual processo do dízimo enfrentou séculos de distorções e más interpretações por puro desconhecimento das causas e dos efeitos da ritualística. Para evidenciar o que acabamos de afirmar vejamos dois textos atribuídos a Hermes Trimesgisto[3], chamado de “O três vezes grande” pelos antigos egípcios:

Os falsos sábios, reconhecendo a irrealidade comparativa do Universo, imaginaram que podiam transgredir as suas Leis: estes tais são vãos e presunçosos loucos; eles se quebram na rocha e são feitos em pedaços pelos elementos, por causa da sua loucura. O verdadeiro sábio, reconhecendo a natureza do Universo, emprega a Lei contra as leis, o superior contra o inferior; e pela Arte da Alquimia transmuta[4] aquilo que é desagradável naquilo que é agradável, e deste modo triunfa. O Domínio não consiste em sonhos anormais, em visões, em vida e imaginações fantásticas, mas sim no emprego das forças superiores contra as inferiores, escapando assim das penas dos planos inferiores pela vibração nos superiores. A Transmutação não é uma denegação presunçosa, é a arma ofensiva do Mestre.

Em qualquer lugar que estejam os vestígios do Mestre, os ouvidos daquele que estiver preparado para receber o seu Ensinamento se abrirão completamente.

[1] Rebouças, André P, Mestr\M\, ARLS José Antônio Guimarães, 1292, Rio de Janeiro, RJ;

[2] http://rosacruzes.blogspot.com/2007/09/lei-e-amra.html

O passado é história, o futuro é mistério, e hoje é uma dádiva. Por isso é chamado de presente!
Provérbio Chinês

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