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David o amado – PARÁBOLAS DE KRYON

happy-feetKRYON  – LIVRO 4
AS PARÁBOLAS DE KRYON
Canalizações recebidas por Lee Carroll

David o amado

Desejo falar agora de quando se chega à Terra sem carma e só com uma missão. Desejo falar agora de David, o Amado. David nasceu sem uma parte do cérebro. Era um menino inteligente, possuía todas as faculdades da consciência, mas a parte que faltava era a que controlava o seu crescimento. Os médicos, naturalmente, pensaram que David não viveria muito tempo, pois não havia forma de poder fazê-lo sem a zona do cérebro que faltava.

O único propósito de David era o cumprimento de uma missão… o que só ficaria evidente, com o passar do tempo. David tinha uns pais jovens que o amavam ternamente, e ele mesmo se rodeou de outros que o amavam ternamente.

Foi assim como David levou uma vida extraordinária durante os poucos anos que permaneceu no planeta. Houve quem o levasse a lugares que um menino jamais teria visitado. Viu-se inundado de amor, e foram-lhe oferecidas todas as oportunidades de aprender. E, sem problema nenhum, morreu quando tinha doze anos, pois a missão de David neste planeta fora a de oferecer um dom aos seus pais.

Claro que se lhes tivesse dito que isso era um dom, os pais ter-se-iam sentidos insultados. A verdade é que jamais tinham passado uma época pior, devido ao sofrimento causado pela morte de filho. E, para sarar a ferida dos seus corações, de nada servia conhecer a missão do filho.

O mesmo sucede convosco, queridos, quando sabem que alguém faleceu; nesse momento de nada serve saberem que isso é lícito. Quando chega esse momento, a dor surge e nenhuma sabedoria espiritual consegue diminuir a angústia da emoção. A dor do coração é a maior ferida que qualquer Humano pode enfrentar.

Assim, David, aquela preciosa criança, viveu rodeado de tristeza. Os seus pais choraram-no, como é normal nestas circunstâncias. Mas devem compreender que David tinha um acordo estabelecido com os pais, e que eles tinham um acordo estabelecido com o filho. O falecimento de David ofereceu-lhes uma oportunidade, inclusive nos piores momentos, pois aqueles jovens pais descobriram um caminho de iluminação acelerada. Assim, na busca da sua paz, deram um passo que jamais teriam dado, não fora a dádiva de David. Desta forma, esse pai e essa mãe viveram vidas muito iluminadas, converteram-se em curadores e cada um deles atendeu e ajudou a muitos outros ao longo de anos.

Assim, a dor transformou-se em alegria e cura. E foi assim que se completou a sua iluminação, e como se realizou seu carma, graças ao dom de David, o Amado. Que desperdício teria sido se os pais de David, em vez de terem recebido aquele dom, se tivessem entregado à sua dor, permitindo que as suas vidas se consumissem.

Toda a missão de David consistiu em permitir a iluminação e a cura de centenas de Humanos no futuro, um futuro em que David nunca participaria. O seu amor esteve no dom que ofereceu aos seus jovens pais, ao passo que o amor destes esteve na capacidade para verem o dom e saberem o que significava. Assim pois, o sacrifício aparente de um deles criou a alegria de muitos. A beleza espiritual disto é que David é eterno, e os doze anos que passou a oferecendo o seu dom foram apenas um momento fugaz na linha do tempo de um acontecimento muito mais grandioso… a elevação do planeta Terra.

 

Comentário final do escritor

O único desejo que eu tinha em criança era fazer parte do exército. Jan (que está ao meu lado) confirmará que, ainda hoje, quando vejo homens e mulheres fardados, tenho a sensação de que deveria estar com eles. Quando tinha oito anos, inscreveram-me numa escola militar, e passei lá três anos, sozinho, como interno. Sabia como seriam as coisas no Exército, e contudo não ingressei nele.

Mais tarde, numa ocasião em que me encontrava na ponte de um barco, em San Diego, reconheci a cadeira em que deveria estar sentado, e admiti que estava destinado à Marinha.

Mantendo a sensação de que servia o meu propósito, passei pela educação paramilitar do exército na escola superior, e fiz planos para me graduar como militar nos anos universitários posteriores, só para seguir uma carreira na Marinha. Mas isso não era mais do que um resíduo de uma vida passada. E as coisas que o Espírito fez para me manter afastado da Marinha foram extraordinárias.

Primeiro, comecei a ter alergias. Durante a universidade fui chamado para ir para o Vietnam e, submeteram-me a um exame físico e recusaram-me como inapto. Disseram-me: «Você não pode pertencer ao exército porque tem alergias». Agora sei por que é que o Espírito fez com que tivesse alergias. Inclusivamente, mais tarde descobri que sofria de enjoo marítimo. (Conseguem imaginar um oficial da Marinha, enjoado, apoiado num corrimão, a meio de uma batalha?… Bom, isto é humor cósmico!)

No ano passado, com 50 anos de idade, descobri que tinha nascido só com um rim. Nunca teria passado num exame físico completo para o ingresso na Marinha. Jamais teria sido possível, de qualquer forma! Gostaria de ter estado ao serviço deste país e isso era a única coisa que desejava fazer.

Experimentei vários períodos de vida como militar. Foi natural, portanto, que, à chegada a esta vida, tratasse de fazer o mesmo que já havia feito. Ter nascido no meu grupo cármico, na cidade naval de San Diego, foi um verdadeiro desafio para alguém que tinha um resíduo cármico da Marinha… mas tinha uma missão espiritual para cumprir!

Assim sendo, o Espírito foi pondo obstáculos no meu caminho para me mostrar a diferença entre o “resíduo de uma vida passada” e um “contrato”. Esperei até perto dos cinquenta anos para saber, finalmente, qual era a minha missão, sem deixar de me perguntar continuamente se não deveria ter sido um oficial da marinha.

O ser humano com o qual estabeleci um acordo está aqui neste momento, ao meu lado (a esposa de Lee, Jan Tober). Foi ela que me guardou este lugar e foi ela que me permitiu chegar onde estou… tal como fez o pai de Filipe, o Pescador.

Agora, talvez compreendam melhor do que nunca, o que vos disse em relação à participação de Jan no trabalho de Kryon, pois foi algo de muito profundo.

É um contrato cármico; é uma missão, é uma alegria que o Espírito me tenha honrado proporcionando-me os obstáculos que me impediram de seguir um caminho falso.

E fazendo jus à mensagem desta noite, o Espírito honra-nos a todos da mesma forma.

A ponte que faltava – Kryon

criancaKRYON  – LIVRO 4 AS PARÁBOLAS DE KRYON Canalizações recebidas por Lee Carroll

 4 – A ponte que faltava Introdução do escritor Quantos de nós não confiamos, realmente, na nossa intuição? Ou, o que vai dar ao mesmo, quantos de nós têm “dificuldades” com a fé? Note-se, por favor, que tenho a minha própria mão levantada. “Confiar no que não vemos” é um dos princípios mais difíceis de um sistema de crenças que nos pede que, no futuro, confiemos em Deus e em nós próprios. Este é o género de história que Kryon, frequentemente, nos oferece e que é instrutiva, como parábola. Leiam a história da “Ponte que falta”.

* * * * * * * * *

Queridos, a única coisa que vos separa da mente de Deus é a dualidade que criaram, por via da vossa encarnação na Terra. Quando vão mais além e confiam nessa parte do vosso espírito que reside acima de vós, estão a utilizar os novos dons de Deus para esta Nova Era. Henry estava na estrada, viajando a toda a velocidade.

O seu destino estava no outro lado do vale e, adequadamente, Henry, Ser Humano iluminado, tinha pedido a Deus que co-criasse esta viagem com ele. Intuitivamente, sabia que tinha sido algo correto e apropriado de criar para si e, por isso, o tinha criado. Estava a caminho, mas existia um problema verdadeiro: antigamente, uma ponte na estrada ia dar ao outro lado do vale, mas havia já algum tempo que essa ponte deixara de existir. Ainda assim, Henry continuou pela estrada, com pleno conhecimento de que não existia ponte.

Como vêm, Henry estava no processo de criar um milagre de Confiança, relativamente ao seu futuro, e tinha-se comprometido com o processo de Fé. Teria Henry perdido o juízo? O que pensaria um Ser Humano normal, num momento destes? A mente humana faz suposições: “A ponte não está lá, portanto, morrerei… Não é possível reconstruir a ponte com tanta rapidez – e ela não existia ontem à noite, quando lá passei!… Portanto, tão pouco estará lá esta noite”. A suposição é que o Ser Humano espera que a ponte seja como antes e esteja no mesmo lugar. “O meu carro não poderá passar se não houver ponte”, diz o Humano. Leia o resto deste post

Os atributos do Ser Humano da Nova Era – KRYON

577114_403008753075050_462763643_nESCOLA DO PERDÃO
Canalizações recebidas por Lee Carroll LIVRO 3
KRYON
ALQUIMIA DO ESPÍRITO HUMANO
(Um guia para a transição humana para a Nova Era)

Os atributos do Ser Humano da Nova Era

Permitam-me expor os atributos do Ser Humano da Nova Era.

O Ser Humano da Nova Era é aquele que tem uma dualidade debilitada. A dualidade, tal como a vêem Kryon e o Espírito, é o nome que se dá à barreira existente entre vós, enquanto Seres Humanos, e o vosso próprio “Deus superior” que, individualmente, também são. Em certas ocasiões, pensam em Deus como se fosse algo à parte, mas a verdade é que, tal como Kryon, fazem parte do conjunto. E quando co-criam, fazem-no com o Espírito, com os guias e vós próprios. Assim:

A dualidade debilitada é o atributo do Ser Humano da Nova Era.

O véu levantou-se ligeiramente para poderem ligar-se mais fortemente com o vosso Eu Superior. E, devido a ele, são possíveis os atributos de abordarei em seguida, pois o Ser Humano da Nova Era é aquele que teve a oportunidade de ver a Nova Energia e de ficar desprovido do seu carma. Por isso, pode deixar de lado esse carma, seja ele pesado ou leve. Isto – que é a primeira fase – permite que todos os outros atributos encaixem no seu devido lugar.

O seguinte atributo é uno em responsabilidade, mas tem duas partes.

A primeira parte é a visão global: o Ser Humano da Nova Era sente-se totalmente responsável por tudo o que acontece na sua vida, o que significa um conhecimento intuitivo de estar perante algo que ele mesmo planificou.

Vocês não estão predestinados a fazer nada; podem ter a vossa própria vida… e acontecerá o que escolheram.

Planificaram antecipadamente as “janelas de oportunidade”… e uma delas está aqui, esta noite, enquanto estão sentados nessas cadeiras ou estarem lendo estes escritos. Por isso vieram. Considerem o seguinte: estão aqui – interessados em ouvir ou em ler estas palavras porque assim escolheram, sem que tenha havido qualquer predestinação.

Esta visão geral de responsabilidade significa que:

Nenhum de vós é vítima de nada. Nada nem ninguém vos farão absolutamente nada.

Devem compreender que, embora não sintam desse modo, foi por vosso próprio desígnio e escolha que experimentam este período de aprendizagem.

 

Nas vossas vidas terão lugar muitas coisas que vos farão deter e pensar: “Por que me ocorreu isto?”. A resposta será encontrada através da intuição. Como planificaram essa resposta há imenso tempo, ela já se encontra no nível celular, à espera de que seja o vosso próprio discernimento a encontrá-la.

[L3:C03:04] – A segunda parte da responsabilidade é algo em que talvez não tenham pensado até agora.

Mas devem recordar, uma vez mais, que Kryon, através do Espírito, vos disse o seguinte:

Vocês são responsáveis pelo planeta.

Talvez tenham pensado neste planeta, simplesmente, como o veículo da vossa natureza humana; quer dizer, algo por onde caminham, onde respiram e desfrutam. Nada poderia estar mais afastado da realidade, pois Kryon está aqui para alterar o planeta. A Rede Magnética não é mais do que uma peça, uma parte do que faz funcionar a vossa consciência. Como tudo isto está vivo e tem essência, é importante saudarem este planeta com grande responsabilidade, dizendo: “Estou aqui contigo e tu comigo para a Nova Energia, e, juntos, mudaremos a vibração… em conjunto, como um todo”. Assim, a partir deste ponto, é importante que, ao começarem qualquer meditação, recordem estes factos.

Utilizando o modelo de muitos dos antigos, saúdem o céu, saúdem a terra, saúdem os ventos e as águas.

Antes de meditarem, respeitem o ato de estarem em comunhão com esses elementos. Ofereçam-lhes respeito verbal por fazerem parte do conjunto, do Todo, pois um não pode existir sem o outro. O sistema só está completo quando o respeitam e se responsabilizam por ele. E, acreditem-me, meus queridos, quando começam a fazê-lo desta forma, também são respeitados por ele. O sistema irá abrigá-los e mantê-los a salvo.

Falamos, inclusive, daqueles que empreendem longas viagens para saudar as mesmas águas sobre as quais farão tais viagens.

[L3:C03:05] – O novo Ser Humano é um dos que está capacitado. Já utilizámos esta palavra, o que significa que uma dessas capacidades é a co-criar. Este é, talvez, um dos dons mais elevados desta Nova Energia. Pois co-criar significa que vocês, o Espírito e os outros Humanos que vos rodeiam, são os criadores a sua própria realidade. Talvez isto pareça um paradoxo, pois foi dito que devem co-criar só para vós próprios. Porém, quando alguém começa a co-criar para si próprio, afeta positivamente quem o rodeia. Revejam a parábola do poço de alcatrão, previamente publicada (Livro II de Kryon), para saberem do que estamos a falar.

Esta é, pois, a forma como funciona a co-criação: você co-cria para si mesmo, mas outros são afetados e ajudados; alguns deles são, inclusive, iluminados. Tudo isto só porque co-criou para si mesmo.

[L3:C03:06] – Há vários atributos da co-criação que devem relacionar com a vossa cultura, para melhor poderem compreender estas coisas.

1) O primeiro é a abundância. O Espírito utiliza esta palavra com o significado de suficiência numa base quotidiana. Ora, se vocês estão sempre no “agora”, também cada dia está. Suficiência, portanto, significa suficiência para a vida, tal como se vive no “agora”. Isto é abundância.

Acaso a definição de um Ser Humano rico seria diferente de: uma suficiência para toda a vida? Embora esta seja uma das novas ideias mais difíceis de compreender, é algo que, efetivamente, podem compreender. Ao “graduarem-se”, com a intenção de receberem o Implante Neutralizador como Humanos da Nova Era, começarão a aprender como criar a própria abundância.

No passado, utilizamos o exemplo da ave… mas talvez achem o exemplo demasiado simplista. No entanto, meus queridos, apesar de a ave despertar com apetite, a primeira coisa que faz é pôr-se a cantar. Ela sabe que tem abundância e sustento, pois co-criará o seu alimento numa base diária. Não se preocupa com a proveniência do alimento, pois sabe que se alimenta diariamente – habituou-se a isso – e que as suas necessidades serão satisfeitas. Porém, alguns dizem: “Sim, mas como se pode comparar uma ave com um Ser Humano?… Ao fim e ao cabo, os Seres Humanos têm intelecto, inteligência e tendem a preocupar-se. São muito diferentes das aves”. E eu, querido Ser Humano, digo o seguinte: a capacidade que o leva, a saber, que o intelecto e a inteligência “se preocupam” por si, também lhe permite compreender que o intelecto e a inteligência “se preocupam”… contra si! Voltamos a dizer que o intelecto sem intuição é o vosso inimigo. Podem intelectualizar-se até à morte, até à doença e ao desequilíbrio, mas só quando isso se combinar com o plano espiritual, com a intuição e com o Eu Superior… Ah! Quando a natureza intelectual e a inteligência se combinarem com o Eu Espiritual, isso significará o equilíbrio do Humano da Nova Era. Esta tríade que surge aqui – intelecto/inteligência/Eu Espiritual – é perfeitamente clara para aqueles que, novamente, veem em tudo isto o poder do “três”.

[L3:C03:07] – 2) O segundo atributo da co-criação – que devem relacionar com a vossa cultura, para melhor compreenderem estas coisas – diz respeito às relações. Nem é preciso dizer que, por vezes, este atributo é o mais difícil. Falamos das relações de todo o tipo: de mães e filhas, de pai e filhos, e de relações entre sócios. Todo o âmbito das relações vos foi oferecido como prova.

Cada vez que experimentar dificuldades neste âmbito, convido-o a co-criar a sua própria forma de sair delas. E, ao fazê-lo, observe como a situação muda, repare na reação do seu companheiro ou companheira.

Neste âmbito esperam-no verdadeiros milagres… sempre e quando esteja disposto a aceitá-los. Alguns dos presentes ainda estão à espera de encontrar o parceiro ou a parceira adequada. Mas, o que estamos a dizer é que estas coisas se podem co-criar com resultados maravilhosos. Somente pedimos paciência, pois as “janelas da oportunidade” estão a ser preparadas enquanto esperam.

[L3:C03:08] – 3) O terceiro atributo do Humano da Nova Era encontra-se no âmbito da saúde e da cura. O Humano da Nova Era compreende o conceito da autocura, pois descobriu algo muito importante. É crítico o matrimónio do intelecto/inteligência/Eu Espiritual (uma vez mais encontramos a tríade), com a biologia. Não podem deambular por aí com a vossa natureza humana e biologia pensando que o Espírito reside na cabeça… enquanto que o resto é só carne (o público ri). No entanto, há quem faça isso. E, quando as coisas correm mal para o corpo, dizem: “Isto ou aquilo funcionou mal”, ou então: “Isto ou aquilo me fez mal”.

Assim, comece por fazer um matrimónio com a sua biologia. Peça-lhe que fale consigo e que seja una consigo mesmo. E, quando algo o irritar ou causar dor, examine o porquê. Comece por pensar no seu corpo como “nós”, em vez de pensar nele como uma coisa. Isso o servirá, pois o Humano da Nova Era vê todas essas partes apenas como uma. Isto é uma informação fundamental para quem deseja viver muito tempo!

E, falando disso, para aqueles que se desprenderam do carma, dizemos o seguinte:

O motor do carma é, de facto, a morte e o renascimento. Ora, quando alguém se desprende dele deixa de haver razão para a morte.

Em consequência, convidamos o Humano da Nova Era a viver uma vida muito prolongada, muito mais prolongada do que poderá imaginar. Tornem mais lento o processo de envelhecimento e procurem co-criar espiritualmente para eliminar a “hormona da morte”. Tal como já canalizámos, isto está ao alcance da vossa capacidade… ainda que requeira prática. Nem todos poderão fazê-lo imediatamente, pois é uma novidade, para vós, que vai contra tudo o que vos foi dito até ao momento.

[L3:C03:09] – 4) O quarto atributo do Ser Humano da Nova Era é a magia. No planeta, há quem seja capaz de ter a magia. Tal como o meu sócio vos disse anteriormente, meus queridos, isto significa o que foi explicado no 11:11 e no 12:12: as entidades que, gradualmente, estão a abandonar este planeta passam-vos o archote. Portanto, este Humano da Nova Era – que é você – é capaz de ter a magia. Oh, alegre-se com esta notícia, pois é a primeira vez que dizemos isto desta forma.

Aqueles que desejam mover-se até à ascensão, terão a magia. Os que não desejam mover-se até à ascensão, mas desejam serem Portadores da Luz e Trabalhadores da Luz, também terão a magia.

Todos podem tê-la… até certo ponto. Cada um ocupa um lugar, é detentor da iluminação e guardião da verdade, pois o archote foi-vos passado pelos Devas, pelos que vivem nas rochas da terra, mas estão a desaparecer.

Todos eles, ao respeitarem quem são, ao sorrirem para o que são e ao deixarem o planeta, fazem-no com respeito, não com tristeza, pois nunca acreditaram que uma coisa assim pudesse acontecer. Aqui a palavra chave é apreço. Toda a magia que vocês lhes atribuíram é vossa, agora. Passaram a serem os únicos detentores da energia do planeta, e já não têm de compartilhá-la com quem a guardou, para vós, durante tanto tempo. Não há tristeza alguma na sua partida, acreditem!

[L3:C03:10] – 5) O quinto atributo do Humano da Nova Era é a paz. Portanto, ele é pacífico. É pacífico porque recorre à visão global e compreende o que está a acontecer. Por vezes chamamos a isto “paz injustificada”.

Esta expressão talvez surpreenda. Trata-se, porém, de uma espécie de paz que se sente… ainda que a desordem reine à sua volta. É possível que o caos venha a desencadear-se muito perto de si. No entanto, ao olhar quem se encontra submergido no caos, você está em paz, pois sente-se seguro no plano que criou, experimentando uma sensação de serenidade, à margem do que esteja a acontecer. Este atributo diz, inclusive, que até diante do falecimento das pessoas queridas podem permanecer em paz, pois sabem perfeitamente que elas assim planificaram o sucedido, antes de aqui terem chegado. Este tema já foi referido no passado, tal como é incorreto lamentar a ausência de alguém.

Talvez algum dos presentes tenha perdido uma pessoa querida, recentemente. Saiba, porém, que ela se encontra entre aqueles que, agora, nesta mesma sala, o amam. Por conseguinte, meus queridos, acaso se apercebem da visão global?… Dão-se conta do “ir” e do “vir”?… E da unicidade do planeta com todos vós, também se apercebem?… O Ser Humano da Nova Era reconhece que é o seu próprio antepassado.

Ah! Quanto humor cármico existe em tudo isto! Imaginem-se deixando mensagens destinadas a vós próprios, uma e outra vez, para, muito tempo depois, regressarem para procurá-las e encontrar. Vocês pertencem a todos os tipos de culturas e cores, inclusive enquanto permanecem nesta sala ou leem estas palavras. Este é o atributo do Humano da Nova Era.

[L3:C03:11] – 6) O sexto e último atributo, resulta ser o mais difícil para muitos Humanos, pois vai sendo adquirido com o decorrer do tempo: paciência e tolerância. O Humano da Nova Era é tolerante com o seu “próximo” que não está iluminado. Por ser um tema muito delicado, dificilmente se aperceberão enquanto não o reconhecerem em vós próprios. Quando outros vos criticarem, somente a tolerância, paz e a paciência vos ajudará a voltar a amá-los, pois aperceber-se-ão que eles estão a passar por onde vocês já passaram. Por isso, não os julgarão.

A admirável característica do Humano da Nova Era quando se vê acusado, é a de pensar no acusador e amá-lo, em vez de pensar em si próprio. É algo fácil de fazer, pois fará parte integrante da sua natureza enquanto Humano da Nova Era. E, ainda que os adversários sintam dificuldade em acreditar nesse sentimento, ele seguirá o seu caminho sem julgar, considerando-os como parte do seu próprio processo… tal como planificou antes de aqui chegar. Esses adversários fazem parte da sua vida por acordo prévio, mas, desde que ele se tenha desprendido do carma, encontra-se perante um muro de ladrilhos… os quais resolveu retirar um por um! Assim, considerando seu processo de vida, é correcto que eles façam parte desse jogo.

Meus queridos é fundamental saberem do seguinte: talvez alguns desses “parceiros de jogo” nunca venham a receber o vosso nível de iluminação. No entanto… encontram-se no caminho que vocês estão a percorrer!

Não são diferentes; a sua presença foi planificada com antecipação. Eles têm um caminho e uma viagem própria para realizar. Assim, criticá-los e julgá-los seria como criticar e julgar a vós mesmos, pois cada um deles faz parte do vosso plano coletivo.

Desejamos agora referir um tema que talvez já tenham observado, algo relacionado com a “consciência tribal”. Desejamos que olhem à volta e vejam o que está a acontecer na Terra, uma vez que, na Nova Energia e com as mudanças que estão a ocorrer, este elemento fará parte da consciência. E não é nada surpreendente que esteja relacionado com a linhagem. Meus queridos, todos os grandes conflitos e guerras menores que se desencadeiam neste planeta, neste preciso momento, são tribais. Chegou-se a este ponto; já não se trata de uma nação contra outra nação, de um país contra outro país; a partir de agora trata-se de uma tribo contra outra tribo. Era por isto que se esperava… algo que tem a ver com a energia. Até certo ponto, tal situação persistirá enquanto vocês se mantiverem no planeta, pois nem todos os Seres Humanos serão iluminados.

Esta consciência tribal tem propriedade. É interessante ver o que o Espírito deseja que façam com ela, pois representa a consciência das “sementes do princípio tribal da Terra”. À medida que se unem às outras tribos da galáxia, desejamos que sintam a vossa linhagem. Mas, nesta altura, sentem-na como linhagens individuais das tribos planetárias. Pedimos que unam estes sentimentos – desde já – num sentimento de linhagem humana, porque, meus queridos, ver-se-ão obrigados a fazer isso mais tarde. No futuro, terão que negociar com outras tribos da galáxia, como se tratasse de uma tribo humana do planeta Terra. Por isso pedimos para considerarem este pensamento. Tudo isto ficará mais claro à medida que o tempo for passando.

Outra advertência que temos para vós é que convocámos os lideres das tribos espirituais para que traduzam as linguagens antigas e as convertam numa única. Referimo-nos a linguagens com, pelo menos, dez mil anos de antiguidade. Pedimos que os lideres espirituais destas tribos, independentemente da sua linhagem sobre este planeta, unam todos estes ensinamentos e os comparem. Procurem as semelhanças e tentem respeitá-las como verdade, tal como se elas se apresentam. Não dependam dos escritos com menos de dez mil anos. Também isto se tornará mais claro à medida que o tempo for passando.

Estas são as advertências do Espírito na Nova Era. Este é o respeito que temos por vós, enquanto Seres Humanos, para poderem existir nesta Nova Energia… uma vez que o Espírito não pode fazer isso por si mesmo!

Continuam a ser vocês que têm que o fazer, Seres Humanos caminhando pela Terra em período de aprendizagem. E ainda vos faltam muitas lições para aprender. Não lições cármicas, mas lições da Terra. Mais tarde, serão lições galácticas. Mas, neste momento, enquanto percorrem o caminho como Humanos iluminados, sentirão paz uns em relação aos outros, consoante vão perdendo o medo… ainda que, por vezes, tenham que enfrentar o desconhecido.

Assim é o Humano da Nova Era.

(Comentário para o leitor: esta canalização foi transmitida poucos dias depois

de ter acontecido um forte terremoto no Japão, em Janeiro de 1995.)

Detenhamo-nos por um momento diante de uma história de Kryon para dizer, uma vez mais nesta comunicação, como o Espírito vos vê. Oh, meus queridos, neste preciso momento há milhares que pretendiam ser Seres Humanos neste planeta, que voltaram à sua essência na Gruta da Criação e que se encontram no Salão de Honra. Sim, aqueles que abandonaram recentemente este planeta, e pelos quais vocês sentem tanta pena, encontram-se envoltos em êxtase e alegria neste preciso momento. Se pudessem vê-los assim, e se eu pudesse mostrar-vos a cerimónia de recompensas em que estão a receber as suas cores, sentiriam um profundo respeito. No “agora” do tempo, cada um deles tem uma oportunidade ilimitada para encontrar-se em presença do Espírito e ser honrado pelo seu nome, pela sua encarnação imediata passada e por ter cumprido o seu contrato. Se pudessem ver isto, experimentariam uma sensação completamente diferente acerca da morte humana.

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