Qual é a Realidade? Uma nova estória para “MATRIX”.

matrix07A origem da criação ? Um estória diferente da MATRIX ?

Uma coisa é certa: até imaginar isso tudo é difícil.

Trecho do livro: “TERRA Chaves Pleiadianas para a Biblioteca Viva”  Bárbara Marciniak

Quando um número suficiente de humanos conseguir ler as pistas semeadas por essas civilizações, as chaves da Terra para uma existência cósmica harmoniosa serão compreendidas. Os  egípcios, os incas, os balineses, os gregos, os tibetanos, os sumérios, os nativos americanos, os maias, os aborígenes e muitos outros povos indígenas contribuíram com chaves de compreensão, todas apontando para os céus. Se os humanos de hoje pudessem ler as pegadas e as pistas deixadas por essas culturas, poderiam,
uma vez mais, libertar e possuir a Terra. Cada cultura, de algum modo, manteve a Biblioteca aberta e foi capaz de impregnar sua civilização com conexões estelares carregadoras de vida. Cada uma foi criativamente única, deixando uma pegada psíquica misteriosa na memória celular humana, como uma peça do quebracabeças.

De onde essas civilizações vieram? Vocês acham que elas brotaram do solo como margaridas? Elas foram criadas a partir do pensamento. Foram impulsionadas a existir.

Todas as culturas que alcançaram ideais elevados foram concebidas pelos Mestres do Jogo. Em cada mundo e em cada domínio, a idéia de liberdade era completamente diferente.

Na Terra, a idéia de que os humanos poderiam ser possuídos e tratados sem respeito chegou ao planeta há meio milhão de anos e foi pronunciada em muitas áreas do mundo. Humanos, ou versões de humanos, foram usados como escravos em minas ou para vibrarem em certos padrões emocionais.

No decurso do tempo, converteu-se uma forma idealizada de civilização na Terra para atender às necessidades maiores do povo. O maior ensinamento trazido ao planeta foi o ideal de que todos os humanos são criados em igualdade e que a vida deve ser reverenciada em todas as suas formas. Não se conseguiu que essa idéia se infiltrasse em cada nível de existência, embora estivesse certamente ancorada como prática em numerosas sociedades.

Houve aqueles, naturalmente, que foram capazes de reverenciar as pedras, as árvores, as plantas, os animais e os seres humanos. Porém, para muitos, a principal questão de o que reverenciar envolvia eles mesmos, aqueles que estavam aqui para atuar com inteligência e entender a magnificência do planeta.

De um modo ou de outro, os Mestres do Jogo tinham de encontrar diferentes maneiras de retomar a Terra e reensinar o valor da vida. Assim, por vários períodos de tempo, os Mestres do Jogo conceituaram civilizações inteiras, imaginando-as em seus mínimos detalhes. Então, semearam e implantaram tais civilizações sobre a Terra, trazendo habilidades das estrelas. Isso foi feito após tais seres terem sido ajustados à linhagem genética dos humanos.

Expandam o conceito que possuem de existência e imaginem isso. Como ocupação, os Mestres do Jogo orquestraram realidades e, então, inseriram tais realidades como formas de vida em diferentes planetas. Os Mestres do Jogo se reuniram, como vocês o fariam para um jogo de cartas ou tênis; a diferença estava em que o jogo deles envolvia a criação de civilizações. Eles alteram e mudam mundos, permitindo que variações dentro de civilizações entrem nas realizações que eles orquestram. Essas civilizações agem totalmente por impulso; contudo, todos os impulsos são a elas
fornecidos através de planos. Todos os planos são formulados antecipadamente cumprindo uma tarefa que segue um plano estabelecido por vocês mesmos.

Os Mestres do Jogo são brilhantes. Não apenas concebem o jogo e criam todo o plano para que a civilização floresça, desde os melhores artesãos até mendigos, mas enviam a si mesmos para a civilização. Sabem que esta estará completa quando suas próprias identidades se mi9sturarem com ela, de modo que estão na civilização e, ao mesmo tempo, a estão criando.

Os maias, que em certa época viveram no México e na América Central, foram mestres nisso. Eram hábeis em confundir realidades e em se moverem de sistema para sistema. Seu mundo era nas Plêiades e, contudo, eles certamente não residiam lá; possuíam seu próprio mundo. Hoje, os maias estão trabalhando em toda parte, confundindo muitos mundos, levando a civilização mais com eles, como se ela nunca tivesse parado, mas simplesmente sido transferida para um outro mundo.

A palavra maia refere-se à ilusão de realidade. Os maias eram tão avançados como Guardiães do Tempo, que, literalmente, eram capazes de criar realidades para afastar ou conduzir investigadores futuros à descoberta da sua verdadeira identidade. Grande parte da história contada a respeito dos maias faz parte do truque maia, parte da ilusão. Até que vocês sejam capazes de entrar em outras realidades e viajar nesses domínios, não compreenderão isso.

Os maias foram tão versados à sua própria maneira, quanto os egípcios. Estes eram capazes de conjurar muitas formas pensamento de realidade e viajar para outros mundos de uma maneira diferente. Os maias eram capazes de orquestrar o tempo para criar fechaduras do tempo. Diferentes culturas têm diferentes propósitos, todos eles interligados.
Por que todas essas civilizações estiveram aqui na Terra? Por que cada civilização teve sua época? Essas são perguntas que queremos fazer a vocês. Assim, perguntem-se: “Qual é minha parte nesse processo? ”.

Essas civilizações comerciaram umas com as outras em diferentes conjunturas durante seu florescimento. Em suas próprias épocas, compartilharam ideais. Algumas delas existiram por milhares de anos.
Vocês veem quão ricamente as civilizações são sobrepostas?

Pensem no seguinte exemplo como uma forma de conceitualizarem essa ideia: um filme é realizado e é um sucesso, como Rock. Depois são feitos Rock 2, Rock 3 e Rock 4. Imaginem que alguém mostre esses filmes a vocês um depois do outro. Vai parecer que foram feitos sequencialmente, quando, na verdade, houve intervalos de tempo entre a realização de um e a do seguinte. Tinha de haver, a fim de que fossem montados. Ocorre o mesmo com as civilizações. Elas são implantadas e, depois, há um espaço de tempo, para que os Mestres do Jogo componham o próximo segmento – a parte 2 ou a parte 3 ou a 500 – e a instalem numa área semelhante. Estamos sugerindo que por todo o globo há civilizações sobrepostas, uma por cima da outra, todas conectadas.

Esse conceito dá a vocês algumas ideias novas para examinar. Nós, como pleiadianos, somos um experimento dos Mestres do Jogo. Esses mestres não têm forma e, contudo, podem se revestir de e se introduzir em muitas formas diferentes.

Os filmes 2001 e 2010 revelaram a ideia dos Mestres do Jogo, mostrando as influências, por trás da cena, sobre certas formas de vida. Essa é uma boa analogia; porém, não a aceitem como definitiva. Os Mestres do Jogo não têm limites, não têm forma, mudam de figura. Podem assumir a forma que escolherem, pois se movem entre e além do som e da geometria. Os Mestres do Jogo criam nas suas mentes projetos inteiros de culturas e, então, abrem portais para, literalmente, inseri-las no plano terrestre. Depois, permitem que tais culturas se desenvolvam e cresçam, para semear e influenciar outros tempos.

Na Terra, atualmente, há locais e culturas sagrados, que vocês pensam estarem perdidos e com os quais nunca mais entrarão em contato. Durante o grande despertar e mudança de consciência, tais culturas tornar-se-ão vivas e todas irão operar simultaneamente, porque seus projetos serão reconvocados e magnetizados de volta a este plano de abertura multidimensional.

Os Mestres do Jogo fazem projetos para civilizações. Agora, eis aqui a parte ardilosa. Quando os Mestres do Jogo criam um projeto particular para uma civilização, há muitas versões desse projeto e ele é manifestado em muitos mundos e muitas realidades. Parte da tarefa dos Mestres do Jogo é jogar com todas essas realidades de uma vez e aprender com cada versão daquele projeto. É como fazer capas. Um alfaiate faz uma capa e usa a ideia para fazer centenas de variações dessa capa, de modo a servir às necessidades de cada pessoa e à essência necessária da própria capa. É assim que trabalham os Mestres do Jogo. Desse modo, quando criam um projeto, uma linguagem e um método a fim de convertê-lo para o planeta, o projeto não é simplesmente ancorado em um domínio. É ancorado em vários.

Algumas vezes, essas civilizações duram um tempo muito maior ou muito menor do que acreditam os arqueólogos terráqueos. Elas podem aparecer como se existissem por éons, quando, na verdade, algumas dessas expressões, chamadas de civilizações, podem ocorrer em uma tarde. Essa ideia pode ser muito vasta ou estranha para ser digerida por vocês nesse ponto de sua expansão.

Porém, um dia, nós os levaremos a esses limites, de modo que possam começar a perceber que a realidade é, de fato, bastante flexível. Queremos ampliar as fronteiras de identidade que possuem. Queremos confundir aquilo que acreditam que a realidade seja, porque, então, serão capazes de sentir a penetração de informações provenientes de seu eu superior. Todo o propósito de nossa vinda para a Terra para conversar com vocês não é dar-lhes um projeto novo de existência e dizer: “coloquem um prego aqui; dois por quatro ali; construam desta maneira; é assim que funciona.” Não estamos aqui para redefinir este mundo. Estamos aqui para ajuda-los a desmantelar o projeto dentro do qual têm vivido e dar-lhes sugestões de leis muito gerais, ao redor das quais possam construir novas estruturas.

A ideia principal por trás disto é que o que quer que vocês pensem, vocês podem criar. Essa é a essência de nosso propósito. Ao liberarmos vocês para a experiência deste grande conceito, é nossa intenção que, no final, cheguem à total capacidade de seus cérebros. Com o caminho livre para a revelação de quem realmente são, vocês, finalmente, irão liberar os grandes códigos de consciência existentes em seu interior. Tais códigos são, literalmente, pedaços valiosos de dados
que grande parte da existência está buscando.

Vocês têm caçadores de tesouros neste planeta, que estão à procura de ouro e artefatos antigos. Podemos ser encarados como caçadores de tesouros pelos corredores do tempo, disputando o jogo. Os códigos e os números mestres que buscamos são fórmulas geométricas e combinações de inteligência armazenadas dentro dos seres humanos.

O ser humano, naturalmente, é uma parte integrante do projeto da Biblioteca Viva. Cada criação da Biblioteca Viva tem seu propósito e uma grande quantidade de dados armazenados. Dentro do corpo humano encontram-se fórmulas para copiar outras formas de inteligência por este universo inteiro.

Publicado em 05/21/2015, em Canalização, Ciência, Diversos, Exopolítica, Filosofia, Mistérios e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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