Arquivo mensal: maio 2013

Você é filho do universo

970027_543213289054595_857263813_n“Você é filho do universo. Você pertence a esta linda existência. Esta existência precisou de você, caso contrário você não estaria aqui. E ela precisou de você do jeito que você é, de outra forma ela não o teria criado do jeito que você é.
Você é tão necessário como as árvores, como as flores, como os pássaros, como o sol, como as estrelas. Você tem de estar aqui e você tem o direito de ser do jeito que você é. Afirme-se como você é. Nunca sinta-se culpado.”

Osho

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PARA REFLEXÃO: O HÁBITO NOCIVO

viver

 

Hábito é o que incorporamos ao nosso dia a dia. É nossa maneira usual de ser. É o que realizamos de forma mecânica.

Atitudes que assumimos e realizamos, sem nos darmos conta.

Vejamos: quantas vezes já nos aconteceu de chegar  em casa e colocar as chaves sobre algum lugar?

Tão mecanicamente é executada a ação que, ao precisar das chaves, algum tempo depois, não conseguimos recordar onde as deixamos.

Saímos de casa, apagamos as luzes, passamos a chave na porta. Depois de andarmos algumas quadras, nos questionamos se fechamos ou não a casa.

E precisamos retornar para ter a certeza, a fim de que não permaneçamos o restante do dia em desassossego.

Muitas outras coisas fazemos de forma automática.

Tomamos café, regamos as plantas, alimentamos o gato, sem pensar.

Ao lado dessas questões, outros hábitos temos não muito saudáveis. E, por incorporados à nossa forma de ser, não nos apercebemos o quão danosos são.

É comum se observar, antes de uma palestra ou conferência, um grande burburinho pelo salão.

Natural, num primeiro momento, pelo reencontro com amigos, cumprimentos, saudações, sorrisos. Torna-se desagradável quando uma música se faz presente, e não modificamos nossa postura.

Alguém toca ao piano delicada melodia, ou dedilha um violão, ou canta e nós prosseguimos a falar, como se nada estivesse acontecendo.

A impressão que se têm é que chegamos ao local programados para ouvir a palestra. E tudo o mais que antes aconteça, não tomamos conhecimento, não registramos.

Mau hábito, que caracteriza, inclusive, grande indelicadeza de nossa parte, desde que o artista que vai se apresentar naquele momento, merece, ao menos, que permaneçamos em silêncio, para ouvir a sua arte.

E não menos grave é quando, concluída a palestra que nos propusemos ouvir, de imediato, nos erguemos e saimos com ruído.

Não aguardamos a real conclusão do evento para um lembrete final que se fará, um agradecimento ao orador, uma advertência útil.

E o mesmo se repete nos cinemas quando, acabado o filme, nos levantamos e vamos saindo, esquecidos de que muitos apreciam ver todos os créditos.

O que não lhes é permitido porque em nos levantando, obstruímos a sua visão da tela.

É essa mesma atitude que nos permite observar a miséria perambulando pelas ruas, sem que nos atinja. Habituamo-nos de tal sorte às cenas que nos tornamos insensíveis.

Habituamo-nos a ver a corrupção triunfar, que já não desejamos fazer coisa alguma para a debelar.

Hábitos… Hábito de ver a mentira adquirir forma, volume e não emitirmos movimento algum no sentido de esclarecer a verdade, de defender o caluniado.

Hábito de receber a bênção da chuva, os raios do sol, as carícias do vento, sem nenhuma gratidão. Como se o Universo inteiro nos devesse o favor de servir.

Hábito de não ouvir quem nos fala da sua dor, da sua dificuldade. Hábito de não pensar senão em si mesmo.

É hora de parar para pensar e buscar refazer atitudes.

Reflitamos que o bom da vida é viver. E para viver intensamente é preciso se sentir tudo que se faz, tudo que nos chega.

É preciso olhar em torno, estar presente, agir, tomar atitudes pensadas, atentas.

Desta forma, alteremos o rumo.

Aprendamos a observar o dia, a olhar as pessoas nos olhos, a perceber o que acontece ao nosso redor.

Moldemos hábitos de gentileza, de delicadeza, de gratidão.

Vivamos mais conscientes. Aprendamos a sentir prazer nas pequenas coisas como andar, correr, comer, molhar-se na chuva ou aquecer-se ao sol.

Aprendamos a olhar para as estrelas, a nos extasiar com a noite enluarada, a vibrar com a música, o perfume, as pessoas.

Abandonemos hábitos nocivos e nos tornemos mais felizes, desde agora.

 

Redação do Momento Espírita. Em 13.09.2010.

 

Fonte: http://www.momento.com.br

Perfil de Jesus

Redação do Momento Espírita, com base no  cap. 25, do livro Perfis da vida, pelo Espírito Guaracy Paraná Vieira,  psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. Disponível no CD Momento Espírita, v. 1, ed. Fep. Em 11.01.2010.

Medo é um sentimento de falta de contato com a existência

medo(…) quanto mais ama, mais cativante você fica. Quanto menos ama, mais você exige que os outros o amem, e menos cativante você fica, mais se fecha, mais se confina em seu ego. E você fica desconfiado — mesmo que alguém se aproxime de você para amá-lo, você fica com medo, porque em todo amor há a possibilidade de rejeição, de retraimento.

Ninguém o ama — isso vira um pensamento entranhado dentro de você. Como esse homem ousa tentar mudar o seu modo de pensar? Ele está tentando amar você. Só pode ser falsidade, será que ele está tentando enganá-la? Deve ser um espertalhão, um sujeito enganador. Você se protege. Não deixa que ninguém a ame, nem ama ninguém. Então vem o medo. Você está sozinha no mundo, tão sozinha, tão solitária, desligada de tudo.

O que é o medo, então? O medo é o sentimento de não estar ligado à existência. Eis a definição de medo: medo é um sentimento de falta de contato com a existência. Você fica sozinho, uma criança chorando sozinha em casa, a mãe e o pai e toda a família saíram para ir ao cinema. A criança chora e soluça no berço. Foi deixada sozinha sem nenhum contato, ninguém para protegê-la, ninguém para lhe dar conforto, ninguém para amá-la; uma solidão, uma solidão imensa a envolve. Eis o estado de medo.

Isso ocorre porque você chegou a um ponto em que não deixa que o amor aconteça.

Toda a humanidade foi treinada para outras coisas, não para o amor. Para matar, fomos treinados. E os exércitos existem, anos de treinamento para matar! Para calcular, fomos treinados; faculdades, universidades, anos de treinamento só para aprender a calcular de forma que ninguém possa enganar você, mas você possa enganar os outros.

Osho, em “Coragem: O Prazer de Viver Perigosamente”
Imagem por goandgo
Fonte: http://www.palavrasdeosho.com/2013/05/medo-existencia.html

A casa mental

Redação do Momento Espírita. Disponível no CD Momento Espírita, v.13, ed. Fep. Em 13.07.2009.
Fonte: http://www.momento.com.br

Programa Transição de 02.12.12 – Doenças e Auto Cura

Publicado em 03/12/2012

Programa Transição, transmitido pela Rede TV aos domingos 16h15, com reapresentação as quintas-feiras 1h45.

Você ama a Deus? Ou você é temente a Deus ?

Redação do Momento Espírita com base no cap. 1, itens 23 e 25 do livroA gênese, de Allan Kardec, ed. Feb;  no cap. 21 do livro Filho de Deus, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal e no texto das páginas 22/23 da Revista O espírita, de out/dez 1995, nº 90. Disponível no cd Momento Espírita, v. 1 , ed. Fep. Em 03.10.2011.

Fonte:http://www.momento.com.br/

A ponte que faltava – Kryon

criancaKRYON  – LIVRO 4 AS PARÁBOLAS DE KRYON Canalizações recebidas por Lee Carroll

 4 – A ponte que faltava Introdução do escritor Quantos de nós não confiamos, realmente, na nossa intuição? Ou, o que vai dar ao mesmo, quantos de nós têm “dificuldades” com a fé? Note-se, por favor, que tenho a minha própria mão levantada. “Confiar no que não vemos” é um dos princípios mais difíceis de um sistema de crenças que nos pede que, no futuro, confiemos em Deus e em nós próprios. Este é o género de história que Kryon, frequentemente, nos oferece e que é instrutiva, como parábola. Leiam a história da “Ponte que falta”.

* * * * * * * * *

Queridos, a única coisa que vos separa da mente de Deus é a dualidade que criaram, por via da vossa encarnação na Terra. Quando vão mais além e confiam nessa parte do vosso espírito que reside acima de vós, estão a utilizar os novos dons de Deus para esta Nova Era. Henry estava na estrada, viajando a toda a velocidade.

O seu destino estava no outro lado do vale e, adequadamente, Henry, Ser Humano iluminado, tinha pedido a Deus que co-criasse esta viagem com ele. Intuitivamente, sabia que tinha sido algo correto e apropriado de criar para si e, por isso, o tinha criado. Estava a caminho, mas existia um problema verdadeiro: antigamente, uma ponte na estrada ia dar ao outro lado do vale, mas havia já algum tempo que essa ponte deixara de existir. Ainda assim, Henry continuou pela estrada, com pleno conhecimento de que não existia ponte.

Como vêm, Henry estava no processo de criar um milagre de Confiança, relativamente ao seu futuro, e tinha-se comprometido com o processo de Fé. Teria Henry perdido o juízo? O que pensaria um Ser Humano normal, num momento destes? A mente humana faz suposições: “A ponte não está lá, portanto, morrerei… Não é possível reconstruir a ponte com tanta rapidez – e ela não existia ontem à noite, quando lá passei!… Portanto, tão pouco estará lá esta noite”. A suposição é que o Ser Humano espera que a ponte seja como antes e esteja no mesmo lugar. “O meu carro não poderá passar se não houver ponte”, diz o Humano. Leia o resto deste post

A GRANDE LAGARTA PELUDA – KRYON

peixes-no-aquario-1300149492-700x525KRYON  – LIVRO 4
AS PARÁBOLAS DE KRYON
Canalizações recebidas por Lee Carroll

3 – A GRANDE LAGARTA PELUDA

Introdução do escritor

Parece que esta parábola tem, para as crianças, uma mensagem inconfundível. Quando se representa em direto, a lagarta duvidosa tem uma voz profunda e cansada. Pode até acontecer que você reconheça a lagarta, quando ler isto, pois muitas pessoas o fazem. É também uma das minhas favoritas.

* * * * * * * * *

O bosque regurgitava de vida e, debaixo do tapete de folhas que cobria o solo, a grande lagarta peluda falava ao seu grupo de lagartas discípulas. Não tinha mudado grande coisa na comunidade das lagartas. O trabalho da grande lagarta peluda era vigiar o grupo para que se conservassem e respeitassem os velhos costumes. Ao fim e ao cabo, eles eram sagrados.

Diz-se – falava a grande lagarta peluda, por entre mordidelas na sua comida de folhas – que há um espírito no bosque que oferece a todas as lagartas um novo contrato melhor. Mnhãm, mnhãm… Decidi conhecer esse espírito e aconselhar-vos sobre o que vocês devem fazer.

– Onde é que vais encontrar o espírito? – perguntou uma das discípulas.

– Ele virá até mim – disse a grande lagarta peluda – Ao fim e ao cabo. Como sabem, não posso ir muito longe? Não há comida para além do arvoredo. Não posso ficar sem comida, mnhãm, mnhãm.

Assim, quando a grande lagarta ficou sozinha, chamou em voz alta o espírito do bosque, e, pouco depois, o grande e tranquilo espírito aproximou-se dela. O espírito do bosque era formoso, mas grande parte dele ficava escondido, posto que a lagarta não se movia do seu cómodo leito de folhas.

– Não posso ver bem a tua cara – disse a grande lagarta.

– Vem um pouco mais para cima – respondeu o espírito do bosque com voz amável. Estou aqui para que me vejas.

Mas a lagarta continuava onde estava. Afinal de contas, esta era a sua casa, e o espírito do bosque estava ali porque ela o tinha convidado.

– Não, obrigada – disse a grande lagarta peluda. Isso dá muito trabalho. Diz-me uma coisa: que é isso que andam por aí dizer sobre um grande milagre, só disponível para as lagartas, e não para as formigas nem para as centopeias? É mesmo só para lagartas? Leia o resto deste post

O Universo não se importa se você esta imaginando ou observando

abraham2O Universo não sabe se a vibração que você está emitindo é por causa do que você está imaginando ou por causa do que está observando. Em ambos os casos, ele está respondendo. Onde a emoção está vindo é que a emoção está sendo sua orientação ou resposta à sua vibração. Sua emoção não cria. A emoção é seu indicador do que você já está criando. Quando você pensa, você vibra. E é a sua emissão vibracional que se iguala a seu ponto de atração. Assim, elas são sempre compatíveis. O que você está pensando e o que está voltando para você é sempre um compatibilizador vibracional. A emoção (seu Sistema de Orientação emocional) está lhe dizendo o que está vindo.

[Abraham]

 

Do seminário em North Los Angeles, CA/USA em 07/Mar/2000 

TRD:LL/SP/SP/BR, www.espacocriando.com

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