Arquivo mensal: março 2013

Cada momento é uma morte e um nascimento

morte-nascimentoO ser humano está sempre em crise. Ele é crise… constante, que não é acidental, mas essencial. O próprio ser das pessoas consiste de crise, daí a ansiedade, a tensão e a angústia.

O ser humano é o único animal que se desenvolve, que se move, que se transforma, que não nasce completo, fechado ou como uma coisa, mas como um processo.

Ele está em aberto, seu ser consiste em tornar-se, e esta é a crise. Quanto mais ele se torna, mais ele é.

O ser humano não pode tomar a si mesmo como algo garantido, do contrário, a pessoa se estagna e vegeta, e a vida desaparece. A vida somente permanece quando a pessoa está se movendo de um lugar a outro; a vida é este movimento entre dois lugares.

Não se pode ficar vivo num só lugar — esta é a diferença entre algo morto e um fenômeno vivo. Uma coisa morta permanece num lugar; ela é estática.

A coisa viva se move — não apenas se move, mas salta, pula. A coisa morta permanece sempre no conhecido, e o fenômeno vivo segue se movendo do conhecido em direção ao desconhecido, do familiar em direção ao não-familiar; esta é a crise. O ser humano é o mais vivo.

Você precisa continuar a se mover. O movimento cria problemas, pois ele significa que você precisa seguir morrendo para aquilo que você conhece, para o passado, que é familiar, confortável e aconchegante. Você o viveu, ganhou experiência, aprendeu muito com ele; agora não há perigo nele; ele se ajusta a você e você se ajusta a ele.

Mas o ser humano precisa se mover, precisa continuar a aventura. Você é uma pessoa somente quando continuamente prossegue nesta aventura — do conhecido ao desconhecido.

A mente se apega ao passado, pois ela é o passado. Mas seu ser deseja ir além do passado, deseja investigar. Seu ser tem um descontentamento intrínseco que eu chamo de descontentamento divino. Tudo que você tem, você consumou isso; tudo que você é, você consumou isso. Você deseja ter aquilo que você não tem e ser aquilo que você não é. O ser humano tateia no escuro à procura de mais ser, de um novo ser, de um ser mais rico.

Não é correto dizer que o ser humano nasce num dia e morre num outro. Isso é verdadeiro em relação aos outros animais, mas não em relação ao ser humano. Animais nascem um dia — eles têm um nascimento — e então um dia morrem. O ser humano está constantemente morrendo e constantemente nascendo.

Cada momento é uma morte e um nascimento. Nele, a morte e o nascimento não são opostos, mas são como duas asas de um pássaro, complementares, uma ajudando a outra.

A morte simplesmente ajuda o nascimento a acontecer. A morte segue limpando o terreno, de tal modo que o passado possa cessar e o futuro possa ser; a morte está a serviço do nascimento.

Na verdade, não está correto chamá-los de dois momentos. Trata-se de um processo visto de dois ângulos diferentes.

É como um portão, de um lado é a entrada e do outro é a saída; ou como a respiração: a mesma respiração entrando é chamada de inspiração e a mesma respiração saindo é chamada de expiração; trata-se da mesma respiração.

A morte é expiração, o nascimento é inspiração. O nascimento é a entrada, a morte é a saída, mas é a mesma energia de vida, a mesma onda.

Osho, em “A Sabedoria das Areias: Discursos Sobre o Sufismo”
Imagem por Andrea Macherelli…
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17 segundos lhe coloca um pouco mais próximo

tempoDo mesmo modo que não há uma coisa instantânea manifestada em sua experiência, também não há uma coisa indesejada instantânea acontecendo nela. Leva um pouco de tempo para o adaptar-se das vibrações. Se você consegue manter qualquer coisa, desejada ou indesejada, por 17 segundos, há uma mistura de pensamento que lhe coloca um pouco mais próximo à vibração do que quer que seja para o qual você esteja dedicando sua atenção.  Estes 17 segundos se incrementam, sem discernimento. E é por isso que quando você chega naquele estado, parece que há uma manifestação instantânea. É algo como “de onde veio isso? Parece que isso simplesmente aconteceu”, ao invés de estar acontecendo há um longo tempo.

[Abraham]

Do seminário em Tallahassee, FL/USA, em 01/Dez/2001
TRD:LL/SP/SP/BR
©1997-2013 Abraham-Hicks Publications.

Comece a abraçar o onde você está

localCada pessoa no planeta e cada única Consciência no Universo tendo a mesma experiência de estar aqui teve um desejo de estar aqui. Em outras palavras, é nossa palavra que esse Universo é eterno. Você sempre, sempre, sempre estará em seu caminho para algo mais – sempre. E quando você relaxar e aceitar isso e parar de se debater consigo mesmo por não estar em algum outro lugar em que não está e, ao contrário, começar a abraçar o onde você está enquanto mantém seu olho no para onde está indo – aí sim a vida se tornará realmente, realmente, realmente divertida.

[Abraham]

Do seminário em Asheville, NC/USA, em 25/Out/2003
TRD:LL/SP/SP/BR
©1997-2013 Abraham-Hicks Publications.

 

O buscador de contentamento

buscadorQuando você põe os problemas do mundo em seus ombros, seu corpo não se sente bem. É simples assim. Deixe os problemas do mundo para os buscadores individuais de problemas do mundo e seja o buscador de contentamento que você é.

[Abraham]

Do seminário em Philadelphia, PA/USA, em 03/Maio/2004
TRD:LL/SP/SP/BR
©1997-2013 Abraham-Hicks Publications.

Os criadores-de-culpa

semrosto“Seus políticos, padres, pais, todos eles são criadores-de-culpa porque essa é a única maneira pela qual você pode ser controlado e manipulado. Um truque muito simples, mas muito astuto para manipulá-lo: eles condenaram você. Porque se você for aceito, não condenado, amado, apreciado, e se for repassado para você de todos os lugares que você está ok, então vai ser difícil de controlar você.”
Osho, em “The True Sage”

Obrigado por existir

Alteridade (ou outridade) é a concepção que parte do pressuposto básico de que todo o homem social interage e interdepende do outro. Assim, como muitos antropólogos e cientistas sociais afirmam, a existência do “eu-individual” só é permitida mediante um contato com o outro (que em uma visão expandida se torna o Outro – a própria sociedade diferente do indivíduo).

Dentro deste conceito antropológico, nada somos se não houver outro indivíduo. Até mesmo, e principalmente, quando encontramos alguém muito diferente de nós, ocorre o contraste. Quanto mais diferentes somos, mais forte é a nossa existência e a percepção dela.  Dessa forma, este conceito nos permite pensar um pouco sobre o que nos define e porque é bom viver em sociedade. Imagine que só existisse você no mundo. Que graça teria?

 

 

Emoção negativa e o senso de perda de liberdade

liberdadeHipoteticamente, as pessoas se preocupam com que todo mundo seja orientado egoisticamente. “Se todo mundo fizer exatamente o que quer fazer, que tipo de mundo será esse?”. E dizemos: um mundo realmente, realmente bom. Pois se todo mundo fizer o que quer fazer, todo mundo será livre. E você se sentirá livre e completo. E cada emoção negativa que existe – ouça isso – cada emoção negativa que existe é porque há algum senso de perda de liberdade em algum lugar ali.

[Abraham]

Do seminário em Syracuse, NY/USA, em 29/Set/2004
TRD:LL/SP/SP/BR
©1997-2013 Abraham-Hicks Publications.

Santa Maria — Cidade que sorri

Videoclipe da música Santa Maria, de Beto Pires, que reuniu dezenas de cantores santa-marienses no Calçadão Salvador Isaia. A iniciativa é para gerar um movimento de autoestima na cidade, para religar-se.

Jesus era metamorfo? Antigo manuscrito descoberto diz que sim!

Buddy-ChristAcredite se puder, um antigo manuscrito encontrado originalmente num monastério do século dez diz claramente que Jesus era um metamorfo. No melhor estilo X men!  (o texto – óbvio – não contém a parte do X men)Segundo o texto, Jesus podia facilmente mudar de forma, ficando jovem, velho, branco, negro… Ele poderia mudar sua aparência conforme quisesse e é esse fato que explica uma coisa que durante anos intrigou os estudiosos das escrituras sagradas do Cristianismo: “Por que Judas precisou mostrar Jesus com um beijo?”A explicação era que Jesus poderia ser qualquer pessoa ali, e somente alguém ligado diretamente a ele saberia com qual forma o jesus-metamorfo estaria! O texto ainda traz uma data diferente para a prisão de Cristo, o que, se levado à cabo,  poderia mudar a data da páscoa.Bom, vamos direto à notícia postada no Terra:

Um recém decifrado texto cristão egípcio de cerca de 1,2 mil anos traz uma versão inédita da crucificação de Jesus Cristo e de seus últimos dias. Entre as teses encontradas no ancestral documento estão a de que a última ceia de Jesus foi com Pôncio Pilatos e de que o profeta tinha a capacidade de mudar de forma. As informações são da publicação científica Live Science.Escrito em língua copta, o texto diz que o romano Pôncio Pilatos, que ordenou a crucificação, jantou com Jesus e ofereceu sacrificar o seu próprio filho para que Jesus não fosse crucificado. O texto também diz que Jesus foi preso na noite de terça-feira, e não na quinta-feira, o que representaria uma mudança no calendário pascal. Com estas mudanças, a última ceia de Jesus teria sido com o juiz romano, e não com os apóstolos, como conta a Bíblia.No texto, Jesus conforta Pilatos dizendo: “Ó Pilatos, você é digno de uma grande graça porque mostrou boa disposição para mim”. O profeta também teria mostrado a Pilatos que poderia escapar se assim o quisesse. “Pilatos, então, olhou para Jesus e ele ficou incorpóreo: ele (Pilatos) não o viu (Jesus) por um longo tempo…”, diz o texto. Pilatos é considerado um santo nas igrejas cristãs Copta e da Etiópia .Na Bíblia, o apóstolo Judas trai Jesus em troca de dinheiro ao identificá-lo com um beijo para que pudesse ser preso por oficiais judeus. O texto recém traduzido traz uma explicação para esse fato. O ato seria uma forma de identificar Jesus porque este teria a habilidade de mudar forma, “algumas vezes era branco, outras vermelho, outras cor de trigo, algumas vezes jovem, outras velho…”. O beijo seria o modo encontrado por Judas para que fosse possível identificar quem era exatamente Jesus.A tradução do texto foi publicada pelo holandês Roelof van den Broek, da Universidade de Utrecht, no livro Pseudo-Cyril of Jerusalem on the Life and the Passion of Christ. “A descoberta do texto não quer dizer que estes eventos aconteceram, mas que algumas pessoas vivendo na época aparentemente acreditavam neles”, disse o autor.

Cópias do texto foram encontradas em dois manuscritos em museus nos Estados Unidos. Ele foi escrito em nome de São Cirilo de Jerusalém, que viveu no Século IV, e há 1,2 mil anos estava no monastério de São Miguel, no deserto egípcio e próximo a atual cidade de al-Hamuli. Acredita-se que o monastério tenha fechado no início do século X. O texto foi reencontrado em 1910 e comprado em 1911 pelo magnata americano J.P. Morgan, que posteriormente os cedeu para os museus. fonte

Gente, isso é óbvio, mas é sempre bom repetir… JESUS NUNCA ESCREVEU NADA! A Bíblia é um conjunto de textos de pessoas diferentes, alguns deles escritos muitos anos após a morte do Jesus histórico, de modo que o peso de um documento antigo que diz que Jesus era metamorfo não significa que ele tenha sido de verdade. Não afeta a Bíblia e nem deveria afetar as crenças das pessoas com relação a isso, mas por outro lado, ajuda a demonstrar que o que muitos consideram a versão exata dos fatos históricos é tão somente um conjunto de tendências encontrados em diversos textos, que são arranjadas e amarradas para fazer sentido. Se você leva a Bíblia ao pé da letra, você está peremptoriamente ignorando as infinitas outras versões, que não foram agrupadas no códice. As pessoas devem ser livres para acreditarem – e também não acreditarem – no que quiserem. Lembrem-se disso antes de começarem a bater boca inutilmente nos comentários.

Texto copiado em http://www.mundogump.com.br/jesus-era-metamorfo-antigo-manuscrito-descoberto-diz-sim/

Jesus de Gênesis a Apocalipse

Gere sentimentos compativeis

sentimentosO que eu penso e sinto, e o que eu obtenho, estão sempre compatibilizados. E, assim, se eu desejo algo diferente do que tenho obtido, eu tenho que, de algum modo, gerar sentimentos diferentes.

[Abraham]

Do seminário emLos Angeles, CA/USA, em 26/Jul/1997
TRD:LL/SP/SP/BR

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