Arquivo mensal: junho 2012

Eu cheguei aqui primeiro. Eu sei mais que você” ?

As crianças que estão nascendo atualmente têm uma capacidade maior de lidar com uma variedade maior de informação que está vindo do que vocês tinham. Elas, deliberadamente, estão vindo para esse ambiente onde há mais a contemplar. Essa diferença entre gerações, da qual você está falando, tem sido sempre assim. Cada nova geração, cada novo indivíduo que vem, está vindo a partir da plataforma diferente que você preparou. Há isso de você dizer “eu sou o pai. Eu cheguei aqui primeiro. Eu sei mais que você”. Da perspectiva das crianças e da pureza da Perspectiva Não Física delas o que elas dizem é “você é o pai. Você chegou aqui primeiro. Você preparou uma plataforma a partir da qual estou pulando – e meu salto será além de qualquer coisa que você já conheceu.”

 

[Abraham]

Do Seminário em San Rafael, CA/USA, em 27/Fev/1999
TRD:LL/SP/SP/BR
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Sintomas de assédio. Alertas para sintomas de influências espirituais.

Saulo fala sobre influências espirituais

Ser religioso

Há pessoas que podem encontrar sempre algo errado em cada situação; e tornam-se infelizes. E há pessoas que encontram algo de bom em cada situação; e tornam-se gratas. E é isso que eu chamo de ser religioso.,

(Osho)

Amor e centramento são a mesma coisa

Pergunta a Osho:

Como uma mulher pode se apaixonar e ainda assim permanecer centrada em si mesma e preservar a própria individualidade?

Essa pergunta tem muitas implicações. Primeiro, você não entendeu o que significa estar centrado. Segundo, você também não viveu a experiência do amor. Posso dizer isso com absoluta autoridade, pois a sua pergunta fornece todas as evidências do que estou dizendo.

Amor e centramento são o mesmo fenômeno, não dois diferentes. Se você conheceu o amor, só pode estar centrada. Amar significa estar de bem com a existência. Isso pode acontecer por meio de um amante, por meio de um amigo ou de maneira direta e imediata — por meio do nascer do sol, do pôr do sol.

A própria experiência de amar deixará você centrada. Essa tem sido toda a filosofia dos devotos ao longo das eras. O amor é a ciência deles; o centramento é o resultado.

Mas existem pessoas — e só existem dois tipos de pessoas — que são dominadas pela lógica. O coração delas não se desenvolveu ainda. E existem pessoas cujo coração está florindo e a razão, a racionalidade só funcionam como servos do coração.

A desgraça do homem é que ele está tentando fazer o impossível: está tentando forçar o coração a servir a mente, o que é impossível. Esse é o seu caos, a sua complicação.

Essa pergunta surgiu da experiência comum a que chamam de amor. Não se trata de amor, ela só é chamada de amor — é só um vislumbre, uma amostrinha, que não vai nutrir a pessoa. Pelo contrário, esse amor vai se tornar um estado patológico, porque num momento você está no ápice e tudo está simplesmente maravilhoso e no outro tudo está negro e nada parece ter sentido na sua vida.

Todos esses momentos de amor parecem saídos de um sonho ou talvez sejam frutos da sua imaginação. E esses momentos sombrios andam de mãos dadas com os momentos mais belos. Essa é a dialética da mente humana. Ela funciona por meio de opostos.

Você amará um homem, mas por razões absolutamente equivocadas. Você amará o homem, ou a mulher, porque está carregando dentro de você uma imagem do outro. O menino se inspirará na mãe e a menina, no pai.

Todos os amantes estão em busca da mãe e do pai — em última análise, todos estão em busca do útero e do seu estado belo e relaxado.

Do ponto de vista psicológico, a busca eterna pela moksha, a libertação suprema, a iluminação, pode ser reduzida ao fato psicológico básico de que o ser humano já conheceu o estado mais belo e pacífico que existe antes de nascer. Agora, se algo maior não acontecer na vida dele, uma exposição ao divino, ao universal, ele se sentirá infeliz, porque — inconscientemente — a todo instante haverá um julgamento.

Ele sabe que viveu durante nove meses e, lembre-se de que, para a criança que está no útero, nove meses são quase uma eternidade, porque ela não sabe contar, ela não tem relógio. Cada momento é completo em si mesmo. Ela não sabe que haverá outro em seguida, por isso cada momento é uma surpresa. E sem preocupações, sem nenhuma tensão com respeito à comida, roupas, abrigo, ela está absolutamente à vontade, relaxada, centrada. Não há nada que a distraia do centro.

Não há ninguém nem mesmo para dizer olá.

Essa experiência de nove meses de centramento, de imensa alegria, paz, solidão.., o outro não está mais ali; o mundo se resume em você, você é o todo. Nada está faltando, tudo é suprido pela natureza, sem que seja necessário nenhum esforço da sua parte.

Mas a vida confronta você de uma maneira totalmente diferente — antagonicamente, competitivamente. Todos são seus inimigos, porque todo mundo está competindo; todo mundo é seu inimigo porque todo mundo tem os mesmos desejos, a mesma ambição. Você está sujeito a entrar em conflito com milhões de pessoas.

É por causa desse antagonismo interior que todas as culturas do mundo criaram um certo sistema de etiqueta, de familiaridade, de formalidade, e enfatizam continuamente esse sistema para a criança: “Você tem que respeitar o seu pai”.

Todas as culturas do mundo inteiro, ao longo de toda a história, por que todas elas insistem que a criança tem que respeitar o pai? Existe a suspeita de que, se ela for deixada por si mesma, ela não vai respeitar o pai; isso é evidente, é pura lógica. Na verdade, a criança vai odiá-lo. Toda menina odeia a mãe.

Para esconder esse ódio — porque será muito difícil viver numa sociedade em que todas as feridas estão à mostra e todo mundo anda por aí com as feridas abertas —, um certo ethos, uma moralidade, um certo estilo de vida tem que encobri-las e mostrar justamente o oposto: que você ama a sua mãe, que você ama e respeita o seu pai.

Lá no fundo acontece exatamente o oposto.

Você foi dividido em dois pela sociedade. A parte falsa é merecedora de todo respeito, porque o falso é criado pela sociedade. Ao real é negado qualquer respeito, porque o real vem da natureza, que está além do controle de qualquer sociedade, cultura ou civilização.

Toda criança tem que ser treinada para mentir, tem que ser programada de modo a ser subserviente à sociedade, de modo a ser um dócil escravo. Todas as sociedades quebram a espinha de todas as crianças, por isso elas ficam sem eixo, sem personalidade. Não podem erguer a voz, não podem questionar nada. A vida delas simplesmente não lhes pertence.

Ela ama, mas o seu amor é falso. Desde o início, dizem que ela tem que amar a mãe, “porque ela é a sua mãe” — como se a condição de mãe tivesse alguma qualidade intrínseca ou implicasse na obrigação de que você devesse amá-la. Mas existe a aceitação geral de que a mãe tem que ser amada.

A minha ênfase é que a mãe seja amorosa e que jamais se diga a nenhuma criança que ela tem que amar alguém, a não ser que esse amor brote naturalmente. Sim, a mãe, o pai, a família pode criar um ambiente sem dizer coisa alguma; toda a energia pode gerar, pode desencadear as suas forças interiores de amor.

Mas nunca diga a ninguém que o amor é um dever. Ele não é. O dever é um falso substituto do amor.

Quando você não consegue amar, a sociedade o supre com deveres. Eles podem ter a aparência de amor, mas por dentro não existe amor nenhum; pelo contrário, só existe formalidade social.

E você fica tão acostumado com as formalidades sociais que se esquece completamente de que existem coisas prestes a acontecer na sua vida, mas você está tão ocupado que não lhes dá espaço, não permite que o amor floresça dentro de você.

Por causa disso, você não sabe que centramento e amor são a mesma coisa.

O centramento atrai mais o intelectual. Não é preciso acreditar em nada; não há ninguém a quem você precise se render.

É por causa do outro que todo caso de amor termina em tragédia. Na literatura indiana, não existem tragédias. Nos meus tempos de estudante, eu perguntava para os meus professores, “Por que não existem tragédias na literatura indiana?” E nem um único mestre ou professor foi capaz de me dar uma resposta convincente. Eles simplesmente davam de ombros e diziam, “Você é estranho; faz cada pergunta! Estou nesta universidade há trinta anos e ninguém nunca me fez essa pergunta”.

Eu dizia, “Para mim parece óbvio que a questão tem raízes profundas na cultura“. Em todos os países, com exceção da Índia, existem tragédias — lindas histórias, romances, ficção — mas na Índia não existem. E isso porque a Índia é uma terra mais antiga que as outras. O povo aprendeu muitas coisas com a experiência, e uma delas é que não se deve falar do que não deveria existir; por isso não se fala em tragédias.

Essa lógica é compreensível. Se o ser humano sentir que a vida é sempre uma comédia, existe a possibilidade de que ele possa continuar enganando a si mesmo. Ele pode nunca contar a ninguém sobre os seus problemas, porque acha que ninguém tem problemas. Por que se expor ao ridículo? Se existe algo errado com você, não comente a respeito. Para que se expor a uma sociedade cruel que simplesmente rirá de você e provará que você é um idiota e não sabe viver?

Mas a coisa não é tão simples. Não se trata apenas de saber viver. É uma questão de, primeiro, deixar de lado tudo o que é falso em você.

O falso vem de fora. E quando tudo o que é falso é deixado de lado e você fica absolutamente nu diante da existência, o real começará a crescer em você. Essa é uma situação que precisa ser fomentada para que o real cresça, floresça, e lhe traga o significado supremo e a verdade da vida.

É preciso lembrar: você pode começar se centrando — no momento em que se centra você percebe subitamente que um amor imenso está fluindo — ou pode começar amando.

E no momento em que o seu amor não tiver ciúme, não tiver condicionamentos, mas for apenas o compartilhar da dança do coração, você viverá o centramento.

São os dois lados da mesma moeda. O centramento é um método mais intelectual, mais científico. O amor tem uma fonte diferente dentro de você — o seu coração. Ele é mais poético, mais estético, mais sensível, mais feminino, mais bonito. E é mais fácil do que se centrar.

A minha sugestão é: primeiro livre-se de todas as ideias falsas sobre o amor. Deixe que alguma coisa real cresça dentro de você e o centramento estará a caminho, a iluminação estará a caminho. Mas, se você achar muito difícil começar pelo amor, não se desespere. Você pode avançar por meio do centramento.

Pode chamá-lo de meditação, pode chamá-lo de consciência. Mas em cada caso, o resultado final é o mesmo: você estará centrado e transbordante de amor.

Osho, em “A Essência do Amor: Como Amar Com Consciência e se Relacionar Sem Medo”
Imagem por .. kai

Se não há nenhuma fonte de doenças, por que há tantas pessoas doentes?

Se não há nenhuma fonte de doenças, por que há tantas pessoas doentes? Porque elas encontram várias desculpas para manterem-se em discórdia com a saúde. Elas não estão permitindo. E quando não permitem, a ausência daquilo aparece como doença. E quando muitas delas fazem isso, você diz “oh, deve haver uma fonte de doenças. De fato, vamos dar um rótulo. Vamos chamar isso de câncer. Vamos chamar isso de AIDS. Vamos chamar isso de todo tipo de coisas terríveis e vamos supor que isso pule para a experiência das pessoas”. E dizemos: isso nunca pula para a experiência de ninguém. É que as pessoas aprendem através de tentativas e erros e – por debaterem-se umas com as outras – por padrões de pensamento não permissores.

[Abraham] 

 

Do Seminário em Buffalo, NY/USA, em 27/Set/2000
TRD:LL/SP/SP/BR

Ovni: Agricultor Alcindo Savaris diz manter contato com extraterrestres

O documentário conta a história do agricultor Alcindo Savaris, de Ouro/SC, que afirma manter contato com extraterrestres.Na propriedade ele faz avistamentos de ovnis e prepara o terreno para construção de um “portal”. Vídeo produzido pelo professor de cinema Paulo Ricardo dos Santos e pelo jornalista Marcelo Santos de Joaçaba-SC. Documentário produzido em 2011.

Chico Xavier falou sobre OVNIs, ETs, Plutão, Hitler e Gandhi

O texto que publico abaixo é da autoria de Geraldo Lemos Neto baseado em suas conversas com Chico Xavier. Segue sua publicação na íntegra:
“Há muito que tencionava relatar este caso de nossas conversas com o Chico, e que não vi ninguém mais registrar até agora. Pois bem, aproveito a oportunidade de seu próximo aniversário em 2 de Abril para o registro que farei por seu intermédio… 

Em nossas conversas nas madrugadas em sua casa, muitas vezes eu perguntava ao Chico sobre o Universo, as galáxias e suas nebulosas e estrelas com os planetas que se movimentam em seu derredor. Ele me falava com muita vivacidade sobre o assunto, inclusive sobre a existência de humanidades muito mais avançadas que a nossa, espalhadas pelo sem fim dos Multiversos. 

Chico Xavier inclusive nos contou que já havia estado com visitantes de outros orbes, e ao expressar a ele a minha vontade de também um dia vir a conhecê-los ele foi enfático : 

“Você deve ter muito cuidado Geraldinho, porque embora a maioria das civilizações que já desvendaram os segredos das viagens interplanetárias serem de grande evolução espiritual e votadas ao Bem e à Fraternidade Geral, há também aqueles outros que somente se desenvolveram no campo da técnica, enregelando sentimentos mais nobres no coração. Representantes dessa outra turma também têm nos visitado mas com objetivos escusos. Para eles nós somos tão atrasados que eles não prestam nenhuma atenção às nossas necessidades e sentimentos. São eles que raptam pessoas e animais para experiências horrorosas em suas naves. Quanto a esta turma nós devemos ter muito cuidado. Uma vez eu estava indo de Uberaba a Franca para visitar a irmã de Vivaldo, Eliana, que havia passado por uma cirurgia no coração naquela cidade. Dr. Elias Barbosa foi dirigindo o automóvel na companhia de Vivaldo e eu, que fiquei no banco de trás. Pois bem, íamos lá pelas 3 horas da manhã, na madrugada, para evitar o trânsito, e a meio caminho uma luz meio baça, na cor alaranjada envolveu o automóvel e passou a segui-lo. Dr. Elias achou por bem encostar o carro e esperamos os três para ver o que ia acontecer. Intuitivamente comecei a orar, pedindo aos amigos que me acompanhassem na prece. O espírito de Emmanuel se fez presente e nos solicitou redobrada vigilância. A nave apareceu então no pasto ao lado iluminando toda a natureza em torno com a sua luz alaranjada e baça. Ela pairou no ar sem tocar o solo e do meio dela saiu uma luz mais clara ainda de onde desceu uma entidade alienigena. Ela tinha uma aparência humanóide, mas muito mais alta com cerca de 3 metros de altura, esquelética.

Senti um medo instintivo e roguei ao Senhor que nos afastasse daquele cálice de amarguras, que pressentia com o auxílio de Emmanuel. Subitamente a entidade parou e desistiu de nós, retornando para a sua nave. Depois o veículo interplanetário elevou-se do solo e eu vi perfeitamente uma vaca sendo levada até o seu interior como se levitasse até lá. Em seguida a nave desapareceu de nossas vistas com velocidade espantosa.

O espírito de Emmanuel me revelou então que estes irmãos infelizmente não eram vinculados ao Bem e ao Amor, eram sociedades que pilhavam planetas em busca de experiências genéticas estranhas. De vez em quando abduzem homens e animais para suas aventuras laboratoriais. Segundo Emmanuel somente não fazem mais porque Nosso Senhor Jesus estabeleceu normas e guardiães para proteger a Humanidade Terrestre ainda tão ignorante quanto às realidades siderais, em sua infância planetária.

Então meu filho, se você avistar alguma entidade com as características que eu lhe dei, 3 metros de altura e corpo humanóide esquelético, corra, Geraldinho… Pernas pra que te quero !!! – E riu-se o Chico com seu modo característico.

Não contive a pergunta : Mas eles são minoria não é Chico ? E como serão os alienígenas bonzinhos ?

Ao que ele me respondeu : Ah! São magníficos. Os que eu conheci são criaturas de muito baixa estatura, de cerca de 1 metro apenas. São grandes inteligências e por isto mesmo têm uma cabeça de tamanho avantajado em relação à nossa, com grandes olhos amendoados e meigos, capazes de divisar todas as faixas de vida nos diversos planos de matéria física e espiritual. Não possuem narizes, orelhas e sua boca é apenas um pequeno orifício. Seus sistemas fisiológicos são muito diferentes dos nossos e já não possuem intestinos. Toda a sua alimentação é apenas líquida. São de uma bondade extraordinária e protegem a civilização terrena assumindo um compromisso com Jesus de nos guiar para o Bem. Um dia, Geraldinho, que não vai longe, eles terão permissão para se apresentarem a nós à luz do dia, trazendo-nos avanços tecnológicos, médicos e científico nunca dantes imaginados.

Fiquei imaginando como o Universo deve ser vasto, e o quanto o Chico sabia sobre ele e ficava calado!

Tempos depois dessa conversa perguntei ao Chico sobre Hitler. Onde estaria o espírito de Hitler ? Chico então me contou uma história muito interessante. Segundo ele, imediatamente após a sua desencarnação, o espírito de Hitler recebeu das Altas Esferas uma sentença de ficar 1.000 anos terrestres em regime de solitária numa prisão espiritual situada no planeta Plutão. Chico explicou-me que esta providência foi necessária não somente pelo aspecto da pena que se lhe imputara aos erros clamorosos, mas também em função da Misericórdia Celeste em protegê-los da horda de milhões de almas vingativas que não o haviam perdoado os deslizes lamentáveis. Durante este período de 10 séculos em absoluta solidão ele seria chamado a meditar mais profundamente sobre os enganos cometidos e então teria nova chance de recomeçar na estrada evolutiva.

Quando o espírito de Gandhi desencarnou, e ascendeu aos Planos Mais Altos da Terra pela iluminação natural de sua bondade característica, ao saber do triste destino do algoz da humanidade na II Grande Guerra Mundial, solicitou uma audiência com Jesus Cristo, o Governador Espiritual da Terra, e pediu ao Cristo a possibilidade de guiar o espírito de Hitler para o Bem, o Amor e a Verdade. Sensibilizado pelo sacrifício de Ghandi, Nosso Senhor autorizou-o na difícil tarefa e desde então temos Gandhi como dos poucos que se aproximam do espírito de Hitler com compaixão e amor…

Impressionado perguntei ao Chico : Então Chico, o Planeta Plutão é uma planeta penitenciária ?

E ele me respondeu : É sim, Geraldinho. Em nosso Sistema Solar, temos penitenciárias espirituais em Plutão, em Mercúrio e na nossa Lua terrena. Eu soube por exemplo que o espírito de Lampião está preso na Lua. É por isso que alguns astronautas que lá pisaram, sentindo talvez um frio na alma, voltaram à Terra meio desorientados e tristes. Soube de um até que se tornou religioso depois de estar por lá !

Como vemos o nosso Chico era capaz de desvendar muitos mistérios em torno da organização da vida mais além ! E com que simplicidade e naturalidade ele nos falava dessas coisas …”
Todos os créditos para Geraldo Lemos Neto

Qual é o seu trabalho ?

Seu trabalho é ir para esse ambiente físico, buscar por coisas que se compatibilizem vibracionalmente ao contentamento, conectando-se à Fonte de Energia e, então, seguir com a ação inspirada.

 

[Abraham]

Do Seminário em Virginia Beach, VA/USA, em 12/Abr/1997
TRD:LL/SP/SP/BR

Tudo é vibracional

Tudo é vibracional. “Eu permito vir, ou não. E estou usando muitas das coisas como minha desculpa para permitir, ou como desculpa para não permitir”. Mas tudo é vibracional. Se não fosse, deveríamos ser capazes de pegar 100 pessoas, e expô-las a uma experiência idêntica e receber resultados idênticos. E você não tem como fazer isso. Você recebe 100 resultados diferentes e várias grandes diferenças em termos de resultados.

[Abraham]

Do Seminário em Boston, MA/USA, em 07/Out/2000
TRD:LL/SP/SP/BR

Pinturas Paleolíticas na Espanha têm mais de 40000 anos.

A prática da arte rupestre na Europa, assim, começou-se a 10.000 anos mais cedo do que se pensava anteriormente, indicando as pinturas foram criadas tanto pelos primeiros seres humanos anatomicamente modernos na Europa ou, talvez, por neandertais.

Cinqüenta pinturas em 11 cavernas no norte da Espanha, incluindo os sítios Património Mundial da UNESCO de Altamira, Castillo e El Tito Bustillo, foram datados por uma equipa do Reino Unido, Espanha e investigadores portugueses liderada pelo Dr. Alistair Pike, da Universidade de Bristol, Reino Unido e financiado por Natural do Reino Unido Environment Research Council (NERC).

Como os métodos tradicionais como datação por radiocarbono não funcionam onde não há pigmento orgânico, a equipe datado a formação de estalactites pequenas em cima das pinturas usando o decaimento radioativo do urânio. Isso deu uma idade mínima para a arte. Onde estalagmites maiores tinham sido pintadas, limites de idade também foram obtidos.

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