No tempo de dantes. Dantes? – Uma Análise da Origem do Brasil

No tempo de dantes. Dantes?

Homero Mattos Jr.

Que o Brasil de hoje -com a maioria de seus acionistas (51 %) reconhendo-se como pardos ou negros- esteja encontrando dificuldades no preenchimento dos quesitos necessários para inserir-se na lista dos países mais desenvolvidos é consequência de uma causa datada.

Após a proclamação de independência do Brasil, teria sido razoável imaginar que aos brasileiros se apresentassem novas condições de vida social onde, sob iguais direitos e deveres, sem discriminação, estivessem sujeitos todos os brasileiros. Sim. Seria razoável pensar assim se… nossa independência houvesse sido, de fato, resultado de uma aspiração política originada a partir de uma vontade coletiva. Mas não foi isto que aconteceu. E nem poderia.
Nossa declaração de independência resultou de um ato isolado, individual. Melhor, talvez, seria dizer unilateral e estratégico, uma tentativa da imperial família Bragança de usurpar às Cortes de Lisboa um direito: o direito a uma monarquia constitucional.

Fato singular na História da Humanidade, mediante transferência de seu aparato burocrático para sua mais rica e imperdível colônia, a monarquia portuguesa conseguiu, mantendo um pé aqui outro lá -a salvo das idéias em voga na revolucionária Europa do início do século XIX – garantir seu bem-estar nos dois lados do Atlântico.

Para entender como isso foi possível é necessário conhecer algo sobre o jogo da Política Internacional no início do século XIX quando, então, o ideal político anti-absolutista da Revolução Francesa constituía séria ameaça aos interesses comerciais britânicos, que haveriam de prevalecer, hegemônicos, a partir dos movimentos de restauração das dinastias européias ocorrido no imediato pós-Waterloo e sacramentados no Congresso de Viena em 1815.

Mas esta é uma história para outras linhas que não estas, nas quais seguem  considerações menos abrangentes, porém, mais próximas à nossa brasileira realidade.

 Que um herdeiro dos Bragança tenha sido I (primeiro) no Brasil e IV (quarto) em Portugal, não é somente o atestado da grande plasticidade política da velha Casa Real lusitana. É, também, o certificado de origem controlada do exclusivo e excludente sistema sócio-econômico aqui implantado desde o Descobrimento e a viger absoluto até 1930 quando, desde então -buscando a sobrevida de uma validade vencida desde há muito- vige, até os dias de hoje, clandestino.

(Senão pela continuidade de um sistema social que não mais ousa pronunciar claramente e sem eufemismos o adjetivo que o qualifica, qual o motivo da incansável prestidigitação de rótulos e marcas, siglas e cores, a que se entregam representações políticas levadas, algumas e por exemplo contemporâneo, ao extremo de criar um partido sem rótulo?)

Tivesse nossa elite colonial desenvolvido uma mentalidade mercantil e industrial, talvez a história do nosso desenvolvimento social fosse outra. Mas…

Impossibilitado por 300 anos (trezentos!) de decretos reais a lhe impedir ou desestimular qualquer tipo de indústria, foi vestido de fazendeiro que o Brasil se apresentou na festa industrial do século XIX.

Economia agrária baseada em mão de obra escrava é um registro desabonador a constar no dossiê histórico de muitos países, hoje, desenvolvidos. Porém, a questão, aqui, é: por que, entre todos os países, o Brasil (que até hoje não realizou uma reforma agrária) foi o mais tardio na reformulação de seu sistema de mão de obra?  Ou, de modo mais claro: por que para assegurar a viabilidade de seu sistema econômico o Brasil manteve a escravidão por tanto tempo?

A História e a Economia, é certo, têm respostas para esta pergunta.

E a Psicologia? Teria algo a nos dizer sobre esta questão?

Interrogando-se a respeito do tardio desenvolvimento da Ciência e da Indústria em culturas com vastíssimo e milenar conhecimento das técnicas para tal (como, por exemplo, Índia e China) C. G. Jung pondera: “Faltava o treino do pensamento dirigido. Não havia, nesse sentido, qualquer necessidade que exigisse um pensamento técnico. O problema da mão-de-obra estava resolvido pelo trabalho barato dos escravos [pois os havia em abundância], de modo que eram desnecessários esforços para economizar trabalho. O segredo do desenvolvimento cultural é a mobilidade e a capacidade de deslocamento da energia psíquica.”[2]

Regentes; Conselheiros; Primeiro-Ministros; Senadores; Deputados, Juízes… todos os nossos primeiros executivos, magistrados e legisladores foram grandes proprietários rurais ou filhos destes. Vale dizer: os brasileiros responsáveis pela formação inicial das regras de convivência dentro do Estado brasileiro, foram proprietários dos escravos a partir dos quais se originou o imenso contigente de, por exemplo, solícitas, prestativas e boazinhas mocinhas-da-limpeza sempre ‘dispostas’ a não cobrar nada a mais pela (mais valia) do cafezinho que, entre outras e muitas coisas, fizeram(?) e serviram(?) para além da restrita obrigação profissional e em detrimento do desenvolvimento cultural que, supõe-se, deveria prover-lhes o Estado brasileiro.

Muito elucidativo a respeito da questão acima é o relato contido em No Tempo de Dantes, escrito em 1945, quando sua autora, Maria Paes de Barros, contava 94 anos.

Não lhe bastasse a longevidade algo incomum, a autora deste pequeno retrato da vida doméstica de uma abastada família brasileira no final do Imperio, foi um caso espetacular de uma consciência que atravessou um século lúcida e perspicaz, adaptando-se às enormes e sucessivas transformações sofridas pela Consciência Humana durante o período em que viveu e do qual, agora, somos confortáveis críticos e apreciadores privilegiados.

Nascida em 1851 numa das mais (senão a mais) rica família de São Paulo, dona Maria faleceu em 1953.

Antes de apresentar a conclusão deste pequeno ensaio, convido o leitor interessado à leitura de alguns excertos de No Tempo Dantes, disponíveis em www.passalidadesatuais.blogspot.com

 

…assim, pelos olhos o Amor atinge o coração. Pois os olhos são os espiões do coração e vão investigando o que agradaria a este possuir. E quando entram em pleno acordo, firmes, os três em um só se harmonizam. Nesse instante nasce o Amor Perfeito. Nasce daquilo que os olhos tornaram bem vindo ao coração.Guirault de Borneilh (11381200?)

Pensar a Idade Média européia apenas como a Idade das Trevas é imaginar que a construção do Renascimento ocorreu somente a partir de 1453, como uma espécie de reaproveitamento do material de demolição do muro de Constantinopla. Porém, a consciência capaz de estruturar o arrazoado expresso na epígrafe acima não parece provir das trevas. E não provém.

Que a cortesia seja um dos legados medievais à contemporaneidade é um dos muitos aspectos positivos de um período ocupado, sobretudo, em conter a barbárie (de godos, hunos, vândalos…) e talvez, por isso mesmo, a ressuscitar, lentamente, modos civilizados. E destes modos, aqui, interessa-nos um: o feudalismo,

um sistema de reciprocidade moral unindo pessoas de uma sociedade ameaçada, através de um complexa rede de fidelidade, proteção e obrigações mútuas… a grande tarefa do feudalismo foi restaurar o ordem política e econômica de uma Europa arruinada…[1].Porém, o sistema feudal -cujo princípio básico era a fidelidade do servo para com o lorde, do lorde para com o suserano, do suserano para com o rei, do rei para com o suserano, do suserano para com o lorde e deste para com o servo[2]  não existiu……tchan, tchan, tchan, tchan !… em Portugal[3] onde, parece, a não-utilização do caminho-de-descida na mão-dupla da pirâmidade social feudal, fez configurar-se, lá (e nas colônias portuguesas), o sistema patrimonial que ao contrário dos direitos, privilégios e obrigações fixamente determinados do feudalismo, prende os servidores numa rede patriarcal, na qual eles representam a extensão da casa do soberano.[4]

Possivelmente -assim como o feudalismo foi uma resposta pragmática às necessidades do momento histórico da Europa Ocidental medieval- o patrimonialismo foi a maneira que Portugal encontrou para continuar a existir como Estado, observadas, por parte da elite dominante, as sistemáticas tentativas de união à coroa espanhola, sempre propostas por segmentos insatisfeitos da nobreza lusitana.

Contudo, se tal sistema foi vital para a existência do Estado Português, foi danoso para o desenvolvimento de uma consciência cidadã (ou republicana, como queiram) em suas, agora, ex-colônias.

Sabem os historiadores que um dos maiores (e comum) equívoco a que todos nós estamos sujeitos diante de um dado fato histórico, é o anacronismo: julgarmos as atitudes dos protagonistas de tempos diferentes do nosso a partir de conceitos ou valores vigentes em nossa época, porém, estranhos à consciência possível ou vigente no período histórico em análise.

A sociedade descrita por dona Maria Paes de Barros em Nos Tempos de Dantes, certamente, e como todas as outras da passado, fez o melhor que pode nas circunstâncias que não escolheu para viver. O processo histórico (a vida humana) é uma espécie de corrida de revezamento com bastão: transmitimos para os que nos sucedem a sabedoria (enriquecida ou empobrecida) que recebemos daqueles que nos antecederam.

Referindo-se em seu pequeno relato a ocasiões distintas da vida social, a sua e a dos outros ao redor , dona Maria utiliza, de modo notável, repetidas vezes a expressão flagrante contraste

A questão é: por que, encerrada a primeira década do século XXI, esta expressão -adequada para definir o grau de igualdade entre as camadas sociais da sociedade brasileira no final do século XIX- continua a ser pertinentemente atual… nesta mesma sociedade?

A certa altura da narrativa em Nos Tempos de Dantes, dona Maria observa (pg.50): A vida doméstica [final do séc. XIX] corria suave e igual, somente afetada por fatores de ordem interna, sendo por isso mais intensa portas adentro do que fora, ao contrário do que sucede hoje em dia [início da década de 50 do séc. XX].

Pois bem, hoje[final da primeira década do séc. XXI], infelizmente, o que está a ocorrer nos espaços exteriores da sociedade brasileira está a afetar de modo profundamente negativo os espaços interiores da intimidade pessoal e familiar dos brasileiros que, a buscar cercarem-se cada vez mais alto e a entrincheirar-se cada vez mais irredutíveis na segurança de espaços cada vez mais privados e menos sociais, talvez acabem por implantar o ‘feudalismo do século XXI’.

 

Para livrar-se de uma realidade percebida como imoral ou abjeta, a natureza humana costuma servir-se de uma entre duas portas de saída: ou cuida de erradicar externamente o quê percebe são as causas desta realidade; ou trata de erradicar internamente -mediante o desenvolvimento de um juízo fantasioso, porém tranquilizador e confortável- essa mesma realidade que, percebida de outro modo, seria insuportável… para uma consciência civilizada.

A pista sobre a qual se desenvolve a corrida de revezamento da Vida (o processo histórico) possui três raias nas quais em apenas uma -e só muito recentemente- o Brasil tem se exercitado: a liberdade, a igualdade e a fraternidade.

Direcionar coletivamente o olhar-espião a que se refere o trovador da epígrafe, talvez seja um modo de nós, os brasileiros (ou os tanzanianos[5]) contermos a barbárie acumulada em séculos de liberdade restrita e individualismo exacerbado.


[1] Will Durant pgs. 564/579 de The Age of Faith The Story of Civilization vol. IV The Easton Press, Norwalk, Connecticut 1992

[2] Id. op. cit pg. 560

[3] Raymundo Faoro pg. 24 de Os Donos do Poder vol. 1 ed. col. Grandes Nomes do Pensamento Brasileiro, Publifolha, Sp, SP 2000

Portugal não conheceu o feudalismo. Não se vislumbra, por mais esforços que se façam para desfigurar a História, uma camada, entre o rei e o vassalo, de senhores dotados de autonomia política.(ver também opinião de Herculano de Freitas em nota 42 pg 32)

[4] Id. op. cit pg. 25

[5]  “Talvez os brasileiros (ou tanzanianos, ou alguém) sejam capazes de se esquivar, apesar de tudo aquilo que as superpotências podem fazer para impedi-los. Talvez algum dia os cidadãos alfabetizados de algum país possam ver perspectivas onde antes viam apenas perigos. Ver um, até agora, não-sonhado futuro nacional em vez de ver o país deles como condenado a seguir o papel que algum teórico estrangeiro escreveu para ele.

Richard Rorty, filósofo estadunidense, professor da Universidade de Stanford

cit.In caderno Mais! pág. 7 Folha de São Paulo Domingo 16 de setembro 2001

No tempo de dantes. Dantes?

Homero Mattos Jr.

Que o Brasil de hoje -com a maioria de seus acionistas (51 %) reconhendo-se como pardos ou negros- esteja encontrando dificuldades no preenchimento dos quesitos necessários para inserir-se na lista dos países mais desenvolvidos é consequência de uma causa datada.

  

Após a proclamação de independência do Brasil, teria sido razoável imaginar que aos brasileiros se apresentassem novas condições de vida social onde, sob iguais direitos e deveres, sem discriminação, estivessem sujeitos todos os brasileiros. Sim. Seria razoável pensar assim se… nossa independência houvesse sido, de fato, resultado de uma aspiração política originada a partir de uma vontade coletiva. Mas não foi isto que aconteceu. E nem poderia.

Nossa declaração de independência resultou de um ato isolado, individual. Melhor, talvez, seria dizer unilateral e estratégico, uma tentativa da imperial família Bragança de usurpar às Cortes de Lisboa um direito: o direito a uma monarquia constitucional.

Fato singular na História da Humanidade, mediante transferência de seu aparato burocrático para sua mais rica e imperdível colônia, a monarquia portuguesa conseguiu, mantendo um pé aqui outro lá -a salvo das idéias em voga na revolucionária Europa do início do século XIX – garantir seu bem-estar nos dois lados do Atlântico.

Para entender como isso foi possível é necessário conhecer algo sobre o jogo da Política Internacional no início do século XIX quando, então, o ideal político anti-absolutista da Revolução Francesa constituía séria ameaça aos interesses comerciais britânicos, que haveriam de prevalecer, hegemônicos, a partir dos movimentos de restauração das dinastias européias ocorrido no imediato pós-Waterloo e sacramentados no Congresso de Viena em 1815.

Mas esta é uma história para outras linhas que não estas, nas quais seguem  considerações menos abrangentes, porém, mais próximas à nossa brasileira realidade.

Que um herdeiro dos Bragança tenha sido I (primeiro) no Brasil e IV (quarto) em Portugal, não é somente o atestado da grande plasticidade política da velha Casa Real lusitana. É, também, o certificado de origem controlada do exclusivo e excludente sistema sócio-econômico aqui implantado desde o Descobrimento e a viger absoluto até 1930 quando, desde então -buscando a sobrevida de uma validade vencida desde há muito- vige, até os dias de hoje, clandestino.

(Senão pela continuidade de um sistema social que não mais ousa pronunciar claramente e sem eufemismos o adjetivo que o qualifica, qual o motivo da incansável prestidigitação de rótulos e marcas, siglas e cores, a que se entregam representações políticas levadas, algumas e por exemplo contemporâneo, ao extremo de criar um partido sem rótulo?)

Tivesse nossa elite colonial desenvolvido uma mentalidade mercantil e industrial, talvez a história do nosso desenvolvimento social fosse outra. Mas…

Impossibilitado por 300 anos (trezentos!) de decretos reais a lhe impedir ou desestimular qualquer tipo de indústria, foi vestido de fazendeiro que o Brasil se apresentou na festa industrial do século XIX.

Economia agrária baseada em mão de obra escrava é um registro desabonador a constar no dossiê histórico de muitos países, hoje, desenvolvidos. Porém, a questão, aqui, é: por que, entre todos os países, o Brasil (que até hoje não realizou uma reforma agrária) foi o mais tardio na reformulação de seu sistema de mão de obra?  Ou, de modo mais claro: por que para assegurar a viabilidade de seu sistema econômico o Brasil manteve a escravidão por tanto tempo?

A História e a Economia, é certo, têm respostas para esta pergunta.

E a Psicologia? Teria algo a nos dizer sobre esta questão?

Interrogando-se a respeito do tardio desenvolvimento da Ciência e da Indústria em culturas com vastíssimo e milenar conhecimento das técnicas para tal (como, por exemplo, Índia e China) C. G. Jung pondera: Faltava o treino do pensamento dirigido. Não havia, nesse sentido, qualquer necessidade que exigisse um pensamento técnico. O problema da mão-de-obra estava resolvido pelo trabalho barato dos escravos [pois os havia em abundância], de modo que eram desnecessários esforços para economizar trabalho. O segredo do desenvolvimento cultural é a mobilidade e a capacidade de deslocamento da energia psíquica.[2]

Regentes; Conselheiros; Primeiro-Ministros; Senadores; Deputados, Juízes… todos os nossos primeiros executivos, magistrados e legisladores foram grandes proprietários rurais ou filhos destes. Vale dizer: os brasileiros responsáveis pela formação inicial das regras de convivência dentro do Estado brasileiro, foram proprietários dos escravos a partir dos quais se originou o imenso contigente de, por exemplo, solícitas, prestativas e boazinhas mocinhas-da-limpeza sempre ‘dispostas’ a não cobrar nada a mais pela (mais valia) do cafezinho que, entre outras e muitas coisas, fizeram(?) e serviram(?) para além da restrita obrigação profissional e em detrimento do desenvolvimento cultural que, supõe-se, deveria prover-lhes o Estado brasileiro.

Muito elucidativo a respeito da questão acima é o relato contido em No Tempo de Dantes, escrito em 1945, quando sua autora, Maria Paes de Barros, contava 94 anos.

Não lhe bastasse a longevidade algo incomum, a autora deste pequeno retrato da vida doméstica de uma abastada família brasileira no final do Imperio, foi um caso espetacular de uma consciência que atravessou um século lúcida e perspicaz, adaptando-se às enormes e sucessivas transformações sofridas pela Consciência Humana durante o período em que viveu e do qual, agora, somos confortáveis críticos e apreciadores privilegiados.

Nascida em 1851 numa das mais (senão a mais) rica família de São Paulo, dona Maria faleceu em 1953.

Antes de apresentar a conclusão deste pequeno ensaio, convido o leitor interessado à leitura de alguns excertos de No Tempo Dantes, disponíveis em www.passalidadesatuais.blogspot.com

[6] pg. 237 ed. Everyman’s Library Pocket Poets, Alfred A. Knopf Inc. 19b96 NY-Toronto
[7] Jung, C.G. Obras Completas vol. V Símbolos da Transformação pg.14 e nota 17 ed. Vozes Petrópolis, Rio de Janeiro 1986
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Sobre André Möller

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Publicado em 07/09/2011, em Economia, História. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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