Seus chamados erros existem como erros apenas à luz de suas aspirações para um melhor desempenho

Quando você estava aprendendo a escrever, na escola, você teve que ser ensinado a como formar as letras. Você cometeu muitos erros. Finalmente, no entanto, você pode formar as letras bastante facilmente. Você se sentiu triunfante. Você esqueceu os erros que tinha feito no passado. Você tinha aperfeiçoado algo.   Então,  lhe disseram que você tinha que colocar as letras juntas para formar palavras. Novamente, você cometeu muitos erros e os esqueceu quando, com deleite, começou a escrever as palavras separadas. Então lhe disseram para colocar as palavras em sentenças, e você seguiu o mesmo procedimento. Você esqueceu seus erros.   Você era idiota ou burro – ou um imbecil – quando já poderia ter aprendido apenas a compor cartas?

 

Obviamente não.   Suas aspirações e sua curiosidade continuavam a lhe conduzir a um desenvolvimento mais completo, até que finalmente você pudesse ler e escrever parágrafos completos. Você não apenas podia copiar sentenças, mas – um desenvolvimento importante – você podia formar suas próprias sentenças, e expressar seus próprios pensamentos dessa forma.

 

Estes foram todos estágios de desenvolvimento, portanto, e o mesmo se aplica à sua vida.   Seus chamados erros existem como erros apenas à luz de suas aspirações para um melhor desempenho, para expressar mais plenamente as experiências desenvolvidas, ao invés de para escrever sentenças melhores.   É autodestrutivo, portanto, culpar-se pelos, chamados, erros simplesmente por que à luz de seu desenvolvimento presente eles são vistos como atos menos desenvolvidos do que estes aos quais você aspira agora.   Sempre que você se pega desaprovando a si mesmo pelos erros passados, leia estas passagens. Não fique conferindo você mesmo todo o tempo.   Creia que você aprenderá o que quer aprender tão automaticamente quanto uma vez aprendeu a ler ou a falar, ou tão automaticamente quanto pensa.   Em seu reino de realidade os erros são uma parte do processo de aprendizagem.   Eles nem ao menos parecem ser erros até que você esteja “no próximo nível” de desenvolvimento, ou a um passo adiante de sua compreensão – como quando, digamos, na sexta séria você olha para trás e vê uma pagina de suas próprias letras infantis feitas quando você tinha cinco anos de idade.

 

Percebo que é difícil entender às vezes, mas mesmo seus assim chamados erros têm alcançado resultados benéficos que não se mostram de um modo isolado. Eles podem somar à sua compreensão de si mesmo e à dos outros. Eles podem ser aplicados beneficamente em áreas totalmente diferentes da sua vida – então pare de desaprovar a si mesmos por causa de seus “erros.”   Tente estabelecer seus objetivos e acreditar que os impulsos apropriados virão para você de maneira que você os traga e que outros serão dispostos em sua direção pelas próprias razões deles.

 

No meio tempo, tente viver no presente tanto quanto possível. Não se menospreze tampouco se supervalorize.

 

Seth/Jane Roberts, da sessão 917    Tradução: Luciene Lima, São Paulo, SP, Brasil

 

 

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Publicado em 06/17/2011, em Canalização, Seth, por Jane Roberts e marcado como . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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