O homem realmente atrai as tempestades.

Parece bastante claro a você que os eventos de natureza coletiva estão completamente fora de seu domínio. Você sente que não tem nenhuma parte na natureza exceto quando exerce controle sobre ela através da tecnologia ou ao prejudicá-la, novamente, através da tecnologia. Você sabe que o tempo tem um efeito sobre seu humor, mas nenhuma conexão mais profunda psíquica ou psicológica entre você e os elementos que atingem a maioria de vocês tanto quanto possível.

Você usa termos como “ser inundado de emoção”, porém, e outras declarações bastante intuitivas, demonstrando seu próprio reconhecimento mais profundo dos eventos que lhe escampam quando você os examina apenas através da razão.

O homem realmente atrai as tempestades. Ele as busca, pois emocionalmente ele entende bastante bem a própria parte delas em sua própria vida privada e a necessidade delas num nível físico. Através das manifestações da natureza, particularmente através do poder da natureza, o homem percebe a fonte da natureza e a sua própria, e sabe que o poder pode carregá-lo para realizações emocionais que são necessárias para seu desenvolvimento espiritual e psíquico mais amplo.

A morte não é um fim, mas uma transformação de consciência. A natureza, com suas estações mutantes constantemente lhe trazem essa mensagem. Sob essa luz, e com essa compreensão, os desastres naturais não reivindicam vítimas; a natureza e o homem, juntos, realizam suas partes necessárias na estrutura mais ampla da realidade.

Seus conceitos sobre morte e natureza, porém, lhe forçam a ver o homem e a natureza como adversários e também programam sua experiência com tais eventos de maneira que eles parecem apenas confirmar o que vocês já acreditam.

Como mencionado antes, cada pessoa pega em qualquer epidemia ou num desastre natural terá razoes particulares para ter escolhido aquelas circunstancias. Tais condições também envolvem eventos nos quais o indivíduo sente uma ampla identificação – por vezes até um sentido renovado de propósito que não faz sentido em termos comuns.

Seth/Jane Roberts, da Sessão 828
Tradução: Luciene Lima, São Paulo, SP, Brasil

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Publicado em 02/24/2011, em Canalização, Seth, por Jane Roberts. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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